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O CAMINHO DO MESTRE

por Keila, a Loba, em 26.12.06
Admiramos e lembramos dos grandes Mestres que já passaram pelas nossas vidas, mas nem sempre temos a certeza de que algum dia seremos um deles.

POR QUE SERÁ?


Preste atenção ao Caminho Quádruplo do Mestre


Todas as tradições xamânicas recorrem ao poder dos quatro elementos para viver em harmonia e equilíbrio com o meio ambiente e a própria natureza interior:
o Guerreiro,

o Curador,

o Visionário e

o Mestre.

Porque todos esses arquétipos se lastreiam nas raízes míticas mais profundas da humanidade, nós também podemos ter acesso à sua sabedoria.

Quando aprendermos a viver esses arquétipos internamente, começaremos a recuperar a nós mesmos e ao nosso fragmentado universo.


Os princípios expostos anteriormente, O Guerreiro, O Curador e O Visionário.

Por último, e talvez o mais difícil de ser vivido em sua plenitude, eis aqui o Mestre.


A abertura e o desapego nos ajudam a recobrar os recursos humanos da SABEDORIA e da OBJETIVIDADE, pois ESTAR ABERTO PARA OS RESULTADOS, NÃO PRESO AOS RESULTADOS é o Caminho do Mestre.

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Direção: Oeste
Elemento: Água
Criatura: Criaturas da água
Recurso Humano: Sabedoria
Tipo de Meditação: Sentada
Estilo de Vida: Ritmo adequado
Caminho Quádruplo: Aberto aos resultados
Bálsamo de cura: Silêncio
Instrumentos: Varetas, ossos
Estação: Outono


O caminho do Mestre permite o acesso ao recurso humano da sabedoria, e toda cultura apresenta conceitos tradicionais e não tradicionais de educação.

Quer se trate de um sistema escolar estabelecido, quer seja apenas um aprendizado, o processo de aprender e ensinar é universal. O princípio do Guia Mestre é estar aberto aos resultados e não preso a eles. O Mestre possui sabedoria, ensina confiança e entende a necessidade do desapego.


A fonte da Sabedoria

O Caminho do Mestre é a prática da confiança. Esta é a fonte de onde brotam as qualidades da sabedoria: clareza, objetividade, discernimento e desapego. A sabedoria está atuando quando nos encontramos abertos a todas as opções.
É do estilo do Mestre usar a confiança como instrumento. Madre Teresa de Calcutá demonstrou confiança quando disse: “Sinto-me como um lápis nas mãos de Deus... Ele escreve por nosso intermédio e, embora instrumentos imperfeitos que possamos ser, Ele escreve de maneira belíssima. .. Ele se digna trabalhar por nosso intermédio. Isso não é maravilhoso?”.

Confiança: Não se deixar abalar pela incerteza.

As tradições xamânicas atingem a capacidade humana da sabedoria aprendendo como confiar e sentir-se à vontade diante das situações desconhecidas. Em algumas partes da África, diz-se que o indivíduo que se encontra numa condição estranha “caminha no reino das nuvens cinzentas”.
Durante esses períodos, considera-se tolice agir, sendo mostra de sabedoria aguardar e confiar. A confiança, no entanto, pode ser uma arte de difícil aprendizagem.

O oposto da confiança no inesperado é tentar controlar o incontrolável - uma tarefa claramente impossível. As sociedades xamânicas reconhecem que o indivíduo que apresenta dificuldades em lidar com surpresas ou com o inesperado tem apegos, perspectivas fixas e grande necessidade de controlar. Apegos são expectativas específicas, irremovíveis, desejos que são projetados sobre pessoas, lugares e situações.
Quando somos apegados, quase sempre nos tornamos pessoas controladoras e rígidas.


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O Desapego


Se analisarmos o que nos leva a perder nosso senso de humor, poderemos identificar nossos apegos. O terreno em que mantemos nosso senso de humor é aquele do qual somos desapegados e podemos nos manter flexíveis.
Quando estamos desapegados podemos observar calmamente nossa reação diante das situações em vez de deixarmos levar nossas emoções. Não confunda isso com frieza ou falta de interesse – é totalmente o oposto. Quando nos deixamos levar e quando mantemos nosso senso de humor demonstramos nossa capacidade de nos interessar profundamente, de forma objetiva.

As 4 Imutáveis Leis do Espírito (por Harrison Owen, em Leadership is)

1.Quem quer que esteja presente é a pessoa certa para estar aqui;
2.Seja quando for que comecemos, é sempre o tempo certo;
3.O que está acontecendo é a única coisa que poderia ter acontecido;
4.Quando acaba, acaba.

Sob cada uma dessas premissas, quer concordemos ou não com elas, encontra-se o princípio da aceitação, não o da resignação. Seríamos capazes de aceitar a experiência tal como ela é, e ser criativos em relação a ela em vez de resignados e fatalistas? A aceitação é parte importante do desapego. O sentimento de resignação é sempre sinal de perigo.


Ritual da Perda

Outra maneira de aprendermos a respeito do desapego é por meio da perda. William Bridges, autor de Surviving corporate transition, afirma que, fatalmente, toda perda se encaixa em uma destas categorias:

•Perda de Laços
•Perda de Rumo
•Perda de Estrutura
•Perda de Futuro
•Perda de Significado
•Perda de Controle.

Cada tipo de perda é uma experiência humilhante que, mais adiante, nos ensina sobre a aceitação e como deixar que as coisas sigam o seu rumo. Muitas tradições xamânicas reconhecem que o ritual ajuda as pessoas a lidar com as perdas. Combs e Holland nos recordam que “A palavra ritual, de fato, vem de uma raiz indo-européia que significa “encaixar junto”. Essa raiz encontra-se relacionada a palavras como arte, habilidade, ordenamento, tecelagem e aritmética, todas elas envolvendo o encaixe de uma coisa às outras para criar ordem”.

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Todas as sociedades apresentam rituais em honra às principais transições da vida: o nascimento, a iniciação, o casamento, a morte. O ritual é o ato consciente de reconhecimento de uma mudança de vida, quando fazemos algo para honrar e dar sustentação a essa mudança, por meio de testemunhas, oferecimento de presentes, cerimônias e intenções sagradas. Desta forma, os seres humanos apóiam as mudanças que experimentam e criam uma forma de encaixar de novo as coisas.


Ferramentas de Poder do Mestre

As ferramentas de poder do arquétipo do Mestre incluem a observância do silêncio, o apelos aos espíritos ancestrais para a obtenção de orientação e a meditação em posição sentada.

1- SILÊNCIO

Podemos dar abertura ao arquétipo do Mestre e aos espíritos ancestrais por meio do bálsamo do silêncio. Muitas tradições espirituais reconhecem que a orientação íntima e as experiências transpessoais vêm à tona durante os períodos de silêncio ou longos períodos de solidão.
Dar ouvidos aos nossos próprios guias é uma forma de honrar nossa sabedoria natural. Os períodos de silêncio e isolamento nos permitem alcançar maior clareza, objetividade e discernimento, qualidades inerentes à sabedoria. Por onde quer que busquemos orientação, tanto interior quanto externamente, estaremos sempre dispostos a aprender a ouvir. Também precisamos compreender que os períodos de silêncio e isolamento são meios essenciais à abertura de nossa orientação interior e à plenitude de nossa alma.


2- CHAMAR PELOS ESPÍRITOS ANCESTRAIS

Durante os períodos de silêncio, podemos obter orientação de nossos espíritos ancestrais para ajudar-nos ante os desafios de ordem familiar. Algumas tradições xamânicas acreditam que o fato de chamarmos nossos ancestrais pelo nome atrairá ajuda.
Às vezes, os instrumentos musicais são usados em conjunto com os espíritos ancestrais. Batidas com varetas ou ossos são outra forma de solicitar ajuda ancestral; cada batida representa nosso compromisso em quebrar os padrões nocivos familiares ou culturais. Podemos também nos recordar de nossos espíritos ancestrais no doce território do silêncio ou das práticas contemplativas.

3- MEDITAÇÃO EM POSIÇÃO SENTADA

Em muitas tradições espirituais, a meditação em posição sentada é a postura universal para obter-se acesso ao recurso humano da sabedoria. No silêncio, a pessoa que medita em posição sentada transforma-se em testemunha imparcial e pára de julgar o que é revelado.
Transculturalmente, esse tipo de meditação é o aprendizado ou postura receptiva que o ser humano assume, ao receber ensinamentos ou instruções de qualquer tipo. Além da instrução, muitas culturas indígenas também se utilizam dessa postura para a oração silenciosa ou para a cuidadosa observação de relações íntimas.

A RELAÇÃO DO MESTRE COM A NATUREZA

O principal Mestre do Desapego, no que se refere à natureza, e a Avó Oceano, que é o mais primário exemplo de flexibilidade e capacidade de recuperação que ela nos oferece. Para algumas culturas nativas, a direção Oeste é a morada da Avó Oceano e de todas as criaturas da água. Na roda medicinal, essa direção é aquela para a qual muitos povos nativos se voltam em busca do poder do silêncio, de sabedoria e orientação ancestral. O Oeste é associado ao outono, tempo de armazenar e também de permitir que as coisas sigam o seu rumo.
As criaturas da água e a Avó Oceano revelam nossa capacidade de para colheitas abundantes e fluidez ilimitada. Somos um planeta aquático. As culturas indígenas quase sempre vêem a água como sagrada, por sua capacidade de limpar, alimentar, curar e purificar. Essa direção nos lembra que a sabedoria, tal e como a Avó Oceano, é sempre flexível e raramente rígida.
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ASPECTOS SOMBRA DO ARQUÉTIPO DO MESTRE – A criança ferida do Oeste

Sabedoria é a capacidade que temos de aceitar tanto nossos aspectos superdesenvolvidos como os poucos desenvolvidos, sob a ótica da testemunha de imparcial. Quando somos capazes de dar valor tanto à nossa auto-estima quanto à nossa autocrítica, começamos a alcançar a fonte da sabedoria. Experimentamos o lado sombra do arquétipo do Mestre quando demonstramos atitudes repletas de justificativas de posicionamento, de julgamento e controle. O Mestre compreende essas coisas, mas não se mostra indulgente em relação a elas.
O oposto do posicionamento é a flexibilidade; o outro lado do julgamento é a objetividade e o discernimento; o oposto do controle é a confiança. Os padrões de posicionamento e controle geralmente se baseiam no medo e sempre revelam falta de confiança. Se nossa observação nos indica que expressamos em demasia esses padrões, precisamos nos lembrar de que também trazemos conosco um enorme potencial de sabedoria que espera ser plenamente utilizado. Os que possuem senso crítico aguçado podem fazer uso dessa característica de maneira construtiva. Por exemplo: se tiverem facilidade para escrever, podem dedicar-se à crítica, lembrando-se de avaliar tanto o lado positivo quanto o lado negativo de um projeto.

CONSTRUINDO O MESTRE INTERIOR

Questionário de auto-conhecimento

1-Quais foram os mestres significativos de minha vida? Destes, quais foram fonte de inspiração, e quais representaram desafios? Quais as qualidades que me atraíram neles, se existiram? O que isso revela a respeito do meu mestre interior? Para quem você foi Mestre e qual é seu atual mentor?

2-Quais as figuras do trapaceiro que, em minha vida, ensinaram-me sobre flexibilidade e revelaram meus padrões de posicionamento, de julgamento e controle? Quais foram as “chamadas” que, algumas vezes, me despertaram? De que forma dei-me conta ou acordei para minhas limitações?

3-Que tipo de apego encontro em minha vida pessoal, profissional e espiritual?

4-Qual é o meu nível de tolerância em relação ao silêncio e em relação à minha capacidade de estar só? Diariamente, permaneça em silêncio por um espaço de tempo.

5-Quais os ancestrais masculinos que foram tanto para inspiração como um desafio para mim? Quais os ancestrais femininos que foram tanto inspiração como um desafio para mim?

6-Qual é a minha capacidade de esperar para agir quando estou confuso? Que áreas de minha vida apresentam confusão diariamente?

7-De que, presentemente, tenho medo? O que estou conscientemente ignorando?

8-Das 4 leis imutáveis do espírito, de Harrisson Owen, qual é a mais difícil de aceitar ou praticar?

9-Que padrões familiares de negação de vida estou desejando conscientemente quebrar e não mais levar adiante?

10-No passado e na herança de minha família, quais qualidades trazidas até aqui e que posso identificar como boas, verdadeiras e belas?

11-Como tenho lidado com as perdas em minha vida? Das seis categorias de perdas, com quais me defronto atualmente?

*Texto de Angeles Arrien, O Caminho Quádruplo (Trilhando os caminhos do Guerreiro, do Mestre, do Curador e do Sábio). Editora Ágora, 1997

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publicado às 22:29


27 comentários

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De DIO a 27.12.2006 às 03:00

Bem Loba, de click-passo em passo-click; vim parar por aqui. Já li e andei muito por ai, no rastro de respostas satisfatórias para esses que são os grandes questionamentos humanos. E bem resumidamente lhe digo: hoje simplesmente aceito o m-i-s-t-é-r-i-o do não ser mestra de mim, do contrario "pirigava" endoidecer. Abraço n'alma,
Diovvani.
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De Shailen a 27.12.2006 às 05:58

Oi, amiguinha! Vim desejar uma ótima passagem de ano e um feliz 2007.

Bjão
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De Inominável Ser a 27.12.2006 às 19:01

Inomináveis Saudações, Keila Loba.

O Mestre, Aquele Que Nos Apresenta Internamente O Caminho, Vaga Pelos Planos Internos Nossos Mais Profundos E Reais.

O Mestre Sabe O Que É A Profundidade.

O Mestre Sabe O Que É O Real.

O Mestre É A Voz Verdadeiro Do Nosso Verdadeiro Eu.

O Mestre É O Nosso Verdadeiro Eu.

O Mestre Agita.

O Mestre Ensina.

O Mestre É.

O Mestre Acima.

O Mestre Eterno...

A Eternidade de todas as nossas ações que guiam a uma Evolução, a uma Ascensão, são O Mestre. Muitos Sabem Externar O Mestre E Muitos Sabem Assassinar O Mestre. Os que ignoram as suas capacidades evolutivas verdadeiras assassinam seus Mestres Internos. Os Que O Fazem Despertar E Permanecer Externamente São Aqueles Que Iniciam Sua Ascensão Em Suas Respectivas Escadas Evolutivas.

Retiro as palavras acima, Keila, do meu Ocultismo, uma fonte de conhecimento própria minha após anos de leituras e meditações, reflexões e escritos. Admiro as Tradições Ocultas e, também, as Tradições Místicas. Admiro não, eu me sinto Nelas, inteiramente, apesar de apenas saber delas na teoria, ainda, e não na prática. Conforme meus conhecimentos de aprendiz de ocultista, de aprendiz de místico, tenho essa idéia acerca do Mestre, inspirada pela leitura de vosso post.

Os Xamãs são Verdadeiros Senhores Da Natureza, A Grande Deusa Natureza neles torna-Se Materializada. São Mestres Dos Caminhos Naturais, Grandes Mestres, que muito Sabem e muito tem a ensinar. Este texto é excelente ao nível de informações e esclarecimentos acerca deles. Há, em cada palavra, oculto, um Mistério que restrito É aos que Verdadeiramente Sabem Ler E Ver E Ouvir E Saber E Ousar E Querer E Calar...

O Caminho Do Mestre É O Perfeito Caminho Em Direção Ao Grande Alto Mar Do Alto.

É O Caminho Da Perfeição Existencial.

É O Caminho Do Desapego Existencial.

É O Único Verdadeiro Caminho Para Todos Que Querem Ascender.

Saudações Inomináveis, Keila Loba.

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De Ceu a 27.12.2006 às 22:10

Esse caminho é longo e difícil loba, mas vale a pena o sacrifício.

Feliz ano novo!
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De Adernilson a 27.12.2006 às 22:12

Eu passo a maior parte do tempo, e quase todos os dias da minha vida tentando ser meu mestre, loba. Um dia eu chego lá.

Boas festas para você e seus familiares.
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De Morena a 27.12.2006 às 22:19

Nossa confesso que não li tudo. Mas amei a imagem e a parte dos mestres!
Simplesmente amei o recadinho que deixou no meu cantinho!
Muito obrigada!
Muita felicidade, carinho,amor e tudo que há de bom para vc e os seus em 2007!
Mil beijos
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De Lady Momoberry a 28.12.2006 às 01:00

menina feliz ano novo pra vc tudo de bom e que seu caminho seja lindo
e que post enorme foi esse?
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De Márcia(clarinha) a 28.12.2006 às 01:58

Reverencio seu carisma, aplaudo sua sabedoria e estimo sua amizade, te amo!Feliz Ano Novo, que seja de renovação, de amor, de alegrias. Lindos dias mana, beijossssssss
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De Kyaya° a 28.12.2006 às 09:56

Oi amiga! :)
Você tocou num ponto crucial: confiança no Mestre, mesmo passando pela tempestade. Por mais que tenhamos confiança, acho que há momentos em que fraquejamos, não é mesmo? Mas acredito que se treinarmos essa nossa "fraqueza" e utilizá-la a nosso favor, acho possível convertermos a fraqueza em força e assim, mantermos a confiança diante dos obstáculos que a vida nos impõe.
Achei maravilhoso o post e ele apontou muitas coisas que em mim necessitam ser aperfeiçoadas. E a parte do desapego, é uma delas! ;)
Quanto ao blog... Eu criei aquele blog para ser uma espécie de ajuda para as pessoas que o lêem sabe? Até para mim mesma. Acho bacana poder passar uma mensagem de positividade e a pessoa se identificar com isso. Problemas, todos nós passamos né? Até eu estou passando por um no momento... Mas é relacionado as coisas do coração, sabe? De qualquer forma, envolve relacionamento ruim com pessoas em volta desse relacionamento.
Postar esses textos não só me ajuda, como ajuda a outros que estão enfrentando dificuldades pelo caminho. Seria uma espécie de estímulo.
Mas eu fiquei admirada e surpresa com a sua análise. Na verdade, nenhum visitante do meu blog até hoje, reparou no que vc apontou para mim. Vc é realmente especial, amiga!
Te adoro muito, viu? Acredite nisso! ;)
Beijos :************

Um próspero Ano Novo para você e que seus sonhos se realizem nesse ano que está por vir. Que Deus abençoe muito vc e sua família! :)
Ah sim... Vc está no ORKUT?
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De Eliane a 28.12.2006 às 10:17

Auuuuuuuuuuuu Saudações Amiga! Estou muito longe de tudo isso, longe mesmo, não consigo ficar parada, meditar, me encontrar...coisas assim...sou uma pessoa que não tem muita paciência rsrsr Não me refiro com as pessoas mais comigo mesma. Uma coisa que já percebi...é que as pessoas geralmente não sabem que são mestres, nem mesmo acham que estão ensinando alguma coisa. Mais se a gente souber "vêr", mesmo aquelas que são um "porre" rsrsr estão te ensinando alguma coisa. GRANNNNDEEEE ABRAÇO!!!!!!!

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