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OVNI’S NO CÉU DE FORTALEZA

por Keila, a Loba, em 01.07.06
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<center.<b><img alt="fond-30-JAQUELINE_SALES.gif" src="http://osuivosdaloba.blogs.sapo.pt/arquivo/fond-30-JAQUELINE_SALES.gif" width="435" height="66" border="0" /><center><b>

Continuamos em orações pela Katiana e creio que Deus está acolhendo todas as nossas preces, que agora se somam a uma só: cura e retorno a família, pois nada melhor que estar em casa e com saúde para descobrir o que é de fato a felicidade.

Tenho recebido e-mail de várias pessoas me perguntando sobre os slides e outras coisinhas que agora dão um quê urbano a Loba, coisas da minha filha, que não sei dizer nada senão que podem - e devem - copiar, pois se estão na net é acessível a todos, não é mesmo?

<center><b><img alt="NAVESREVOADA.gif" src="http://osuivosdaloba.blogs.sapo.pt/arquivo/NAVESREVOADA.gif" width="409" height="106" border="0" /><center><b>

Era uma noite de domingo, quente e típica do final dos anos 70, e meus irmãos estavam se preparando para ir à missa e em seguida dançar nos tão procurados bailes de nome engraçado, “tertúlia”. As tertúlias, lembro-me bem, eram bailes realizados em casas de amigos e ficavam sempre lotados de gente.

Eu era a caçula de uma família composta por meus pais e seis irmãos, e sendo a mais jovem deveria ficar em casa porque “Tertúlia não é lugar de criança!”. Era muito chato ouvir a proibição, e ter que me contentar em ficar em casa amargando a solidão era desesperador. Foi quando resolvi acompanhar às escondidas os irmãos, que estavam tão apressados que não se deram conta da minha presença, de roupa nova, sapatos emprestados da amiga – que ficou com medo e não quis me fazer companhia – e uma maquiagem típica de menina que queria aparecer na night.

Caminhávamos todos para a missa e eu tentava manter o controle porque tinha medo de ser descoberta a qualquer hora. Meus irmãos iam a passos largos por causa do horário de retorno a casa, e como já estávamos atrasados o número de pessoas que se dirigiam à igreja estava reduzido, o que permitia que eu caminhasse mais ou menos de forma solitária. E caminhando sozinha percebi numa das ruas uma luz ofuscante, branca, tal e qual milhões de lâmpadas acesas ao mesmo instante.

Por estar apressada, e precisar me esconder dos meus irmãos era a coisa mais importante para o momento, desprezei o clarão e contive o desejo de parar e observar com atenção do que se tratava, o que era aquilo. Mas foi impossível. Em questão de segundos o “clarão” ganhou a forma de um enorme charuto que parecia sobrevoar exatamente a minha cabeça, aí foi pânico total. Eu gritei, as pessoas que estavam atrás de mim também, meus irmãos ouviram os gritos e olharam para trás, viram enfim aquele objeto enorme que parecia deixar sair do seu interior ondas eletromagnéticas que iluminava as ruas com uma potência energética sobrenatural.

É incrível como determinadas coisas que não conseguimos explicar nos mobiliza, parecem enraizar nossos pensamentos e pés. Ninguém correu, ninguém mais gritou ou falou qualquer coisa, não sei se fui descoberta, não dei conta de mais nada, apenas registrei na mente o fato de que estávamos observando aquele objeto estranho como que hipnotizados, e qualquer outra coisa era desprezível para tamanho espetáculo.

Meus olhos doíam por causa da claridade, houve um momento em que não enxerguei mais nada, e foi só assim que ouvi gritos novamente. Apavorada, também gritei e chamei minha irmã mais velha, mas era impossível qualquer contato por causa do clarão que o objeto emanava. E foi gritando de pavor e sem enxergar que nos demos conta de que o objeto havia sumido e as sombras da noite foram restabelecidas. Meus irmãos ficaram atônitos, as pessoas também, e enfim fui aclamada testemunha daquele fato insólito e perturbador, mas ainda assim fui levada pelo meu irmão Átila para casa.

<center><b><img alt="anufoFUN.gif" src="http://osuivosdaloba.blogs.sapo.pt/arquivo/anufoFUN.gif" width="200" height="43" border="0" /><center><b>

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