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O QUE É O AMOR?

por Keila, a Loba, em 19.07.08


 

Ganhei da Debbie, Blog da Debbie
uma amiga linda e que dedica parte do seu tempo ensinando crianças o valor do saber e da compreensão. Obrigada, amiga.

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Como fez o Zeca com o seu premio: por me sentir impossibilitada de listar 5 blogs amigos, ofereço o selinho acima aos amigos e internautas que vêm aqui , também aos que leem, opinam e nos deixam valiosas impressões sobre tudo o que falamos nos Uivos da Loba. Obrigada, amigos.



 

A palavra AMOR (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso, e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.

Nietzsche, grande filósofo alemão do século XIX, escreveu que “a maior parte da filosofia foi inventada para acomodar nossos sentimentos às circunstâncias adversas, mas tanto as circunstâncias adversas como nossos pensamentos são efêmeros”, deduzindo, então, que os sentimentos não são. O amor é um desses sentimentos que devem ser tratados pela filosofia, principalmente porque ele parece transcender a realidade.

Acreditava, Nietzsche, que o amor chega quando se tenta desejar o bem em sua totalidade para algo. Dizia que quando amamos juntamos todas as melhores propriedades das coisas mais maravilhosas e perfeitas do mundo, e consideramos similares ao objeto amado. Com afirmações desse tipo, estapafúrdias, concluí-se que o sentimento do amor pode distorcer a representação da realidade, pode afastar a pessoa da realidade compartilhada pela maioria, tal como se tratasse de idéias supervalorizadas ou uma certa obsessão.

Sempre se distinguiram dois ou mais “tipos” de amor. Platão foi o primeiro a comentar sobre isso, em o "Banquete", definindo o “Amor Autêntico”, como aquele que liberta o indivíduo do sofrimento e conduz sua alma ao banquete divino, em distinção do "Amor Possessivo", o qual persegue o outro como um objeto a devorar, possuir e sufocar.

Muito tempo depois, esta conceituação foi retomada por Immanuel Kant. Para Kant, somente o "amor-ação" é o verdadeiro amor altruísta e aceitável, uma vez que se manifesta com preocupação verdadeira e desinteressada pelo bem estar do outro, da pessoa amada. Em contra-partida, falava no “amor-paixão”, egoísta e impossível de se controlar, voltado aos interesses próprios, manifestando o desatino e desprezo pelo outro. Na idéia de Kant, o amor paixão tende a satisfazer muito mais quem ama do que quem é amado (Clement, 1997).

Kant separava o “amor-afeto” e o “amor-paixão”, enaltecendo um pouco mais o primeiro, sugestivo de amor romântico, do que o segundo. Além desses amores dos amantes, para Kant existe ainda o “amor-virtude”. O amor-virtude seria mais ligado ao sentimento de fraternidade, ao preceito de “amar o próximo como a si mesmo”.


AS SETE FORMAS DE AMOR

Essas formas de amor estão baseadas na teoria criada pelo psicólogo Robert Sternberg conhecida por Teoria Triangular do Amor. De acordo com o autor, um relacionamento baseado em um único elemento tem menos chances de sobreviver do que um baseado em dois ou mais. De acordo com a presença ou ausência de cada um dos elementos temos as combinações de sentimentos:

1- Amizade: caracteriza as amizades verdadeiras e profundas na qual uma pessoa sente-se muito bem, próxima e intensa a outra, mas sem paixão intensa ou comprometimento a longo prazo.

2- Paixão: é conhecido como o “amor à primeira vista”, algo intenso, mágico, que parece único. O grande problema é que sem os componentes de Intimidade e de Compromisso do amor, a paixão pode desaparecer de repente, tão rápido quando apareceu.

3- Amor Vazio: pode ser encontrado em casamentos arranjados, por exemplo, nos quais os relacionamentos começam normalmente com o amor vazio, ou seja, não há paixão, nem intimidade. Apenas compromisso. Mas também podem ocorrer casos em que um amor muito forte se deteriora, mantendo o compromisso, mas perdendo a intimidade e a paixão.

4- Amor Romântico: nesse caso, os amantes estão ligados emocionalmente como na amizade, possuem intimidade, e fisicamente com uma paixão explosiva.

5- Amor Companheiro: é o sentimento puro que existe em relações familiares, em amizades profundas ou nos relacionamentos longos sem interesse sexual. Mas esse tipo de amor pode aparecer também em uniões onde a paixão acabou, não há mais desejo sexual, apenas um compartilhamento da vida.

6- Amor Instintivo: é o amor carnal. Existe um compromisso motivado pela paixão, mas sem intimidade.

7- Amor Verdadeiro: essa é a base do relacionamento ideal, que muitas pessoas buscam, mas poucas são capazes de encontrar. O autor da teoria adverte que no amor verdadeiro é mais difícil a manutenção do que o encontro propriamente dito. Ele reforça a importância de traduzir os componentes do amor em ação. “Sem expressão, mesmo o maior dos amores pode morrer”. Este amor tem que ser trabalhado, porque pode não durar para sempre. Por exemplo, se acabar a paixão, esse amor se tornará um amor companheiro.


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O Dharma fundamental do ser humano é aprender a amar. Estamos aqui hoje porque não sabemos amar, eis um fato. Falamos, e muito inconsequentemente, que amamos. No que me toca, estou aqui porque não sei amar plenamente. E aprendemos a amar através do encontro. É sábio perceber que ninguém cura ninguém, e que ninguém se cura sozinho. Curamo-nos no encontro, se houver encontro. É através do encontro que ocorre a alquimia transformacional: o encontro com o próprio ser, com o outro, com a natureza, com o mistério inefável.

Sobre os pressupostos antropológicos do Amor:

1- PORNÉIA: Os pressupostos materialista e somático indicam a primeira estação do amor, a infância, nesta grande Odisséia que é aprender a amar. O s gregos usavam uma palavra para este primeiro estágio, representado pelo bebê sugando o seio da mãe: Pornéia. O amor da criança é o amor físico da fome, da sede, dos reflexos primitivos, sendo a forma de amor que permite a criança buscar a mãe para ver saciados seus instintos básicos e mais primitivos de sobrevivência.

De Pornéia deriva a palavra pornografia, que é o amor do bebê que precisa mamar, comer, sugar o outro. O normótico se reduz a esse tipo de amor porque reage de forma instintiva tentando sugar, consumir o outro, exaurir o outro para encontrar-se. Se nos limitarmos ao jardim da infância do amor, não haverá história para ser contada no futuro.

2- EROS: A segunda estação, o amor Eros, é o amor do adolescente; o amor, também, muito justo, regado ao encanto e a entrega imediata porque Eros simboliza o fogo ardente, a paixão avassaladora que não pensa no amanhã. É o amor no qual você busca a felicidade, você vai na direção do outro para ser feliz com ele. Se não é feliz "adolescentemente", culpa-se o outro pelos encantos desfeitos, culpa-se o outro porque não foi permitido parar para ver o outro no fogo de Eros; e isto está muito em voga. Para preencher vazios, reinicia a busca por alguém que se interponha na ausência de papai e de mamãe na vida afetiva. Portanto, o amor adolescente é também o amor do normótico.

3- PHILIA: Mas há um momento em que se compreende que ninguém pode nos dar felicidade. A felicidade é uma conseqüência natural de você ser quem é. Nem mais, nem menos. A felicidade é uma irradiação natural quando você é inteiro, verdadeiro, pleno, total. Vem, então, aquela estação e estado de Philia, o amor da troca, da parceria, quando você vai na direção do outro para aprender a ser humano com o outro, aprender a amar com o outro. Esse é o amor dos companheiros, é o amor da sinergia, é o amor da parceria. Philia é o máximo a que poderemos chegar na arte de amar, enquanto seres humanos.

4- ÁGAPE: A última estação do amor, aquela que transcende os planos, é o amor incondicional, supremo, o amor gratuito, o amor divino e transpessoal, o Ágape: o amor que é maior que o coração humano. E quando você ama em Ágape, você está trazendo para a humanidade o que está além da humanidade. Esta é a tarefa fundamental da existência: caminhar na direção da promessa que fizemos, e aprender a amar.


O Amor Patológico

O Amor Patológico parece ser descendente direto do medo egoísta de ficar só, do medo de alguém mais merecedor conquistar a pessoa amada, medo de não ter seu valor reconhecido como gostaria, de não estar recebendo o amor que acha merecido, de vir a ser abandonado (Moss, 1995). Seria, portanto, muito mais um defeito do caráter de quem “acha” que ama demais, do que do sentimento amor.

O Amor Patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção (desmedidos ou não) ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda. Para o diagnóstico, é importante que essa atitude “zelosa” excessiva seja mantida mesmo diante de evidências concretas de que está sendo prejudicial para alguém.

COMO IDENTIFICAR UM AMOR PATOLÓGICO?

As informações obtidas em consultórios e ambulatórios dizem que são pessoas:

1. Foram criados em lares desajustados e não tiveram suporte emocional satisfeito;

2. Não receberam atenção afetiva necessária, e tentam suprir essa necessidade tornando-se super-atenciosos, especialmente com pessoas aparentemente carentes;

3. É comum vê-los ao lado de pessoas absolutamente incompatíveis social, espiritual e emocionalmente;

4. Não se sentem atraídos por pessoas gentis, estáveis e seguras porque consideram "agradáveis e enfadonhos demais";

5. Ocasionalmente se vêem deprimidos, e tentam prevenir esses acessos melancólicos criando a qualquer custo um relacionamento instável;

6. Porque não receberam atenção, amor e afeto dos pais, reagem de forma sedutora a pessoas com porte emocional familiar e inacessível - tal e qual os pais -, e tentam transformar essa pessoa através do seu amor;

7. Porque tem medo da solidão e abandono, usam todos os meios emocionais possíveis para impedir o final de um relacionamento;

8. Se tiver que ajudar a pessoa com quem estão envolvidos, se dão demais; não existem situações, horários ou quaisquer outros tipos de impedimentos que a façam olhar para si mesmos;

9. Por estarem habituados a não receber amor durante os relacionamentos, estão dispostos a enganar-se, ter paciência, iludir-se e sofrer calados a ficar sozinhos;

10. Por conta da auto-estima negativa, arcam sempre com a culpa e com as falhas em quaisquer tipos de relacionamentos a que se submetem;


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11. Não acreditam na felicidade, aoo contrário, acham que o direito à felicidade deve ser construído através de muito sofrimento e custos pessoais;

12. Porque tiveram uma infância pautada pela insegurança e raras demonstrações de afeto, sentem uma necessidade desesperadora de controlar seus parceiros e seus relacionamentos usando o artifício de "bonzinhos e prestativos";

13. Sentem profundo desgosto se não forem requisitados, e se sentem rejeitados, evidenciando o grave problema de auto-estima;

14. Possuem um desejo incontrolado de se sobrepor e de mudar as pessoas;

15. Ocasionalmente fogem da realidade, momento em que sonham com o relacionamento perfeito para fugir do caos emocional que são suas vidas;

16. São visivelmente dependentes de parceiros, e estampam nos olhos um grande sofrimento espiritual;

17. Apresentam tendência à dependência de sexo, drogas, álcool, jogos e/ou a alimentos;

18. Estão sempre envolvidos com pessoas indiferentes, que têm acessos de raiva, crueldade, violência e desonestidade porque acreditam que seu amor poderá salva-los;

19. Durante as crises vividas ao lado de pessoas descritas no item 17, a liberação da adrenalina e de toda a ansiedade envolvida na situação eles acreditam ser Amor, oportunidade em que revivem os tempos de infância;

20. Tem tendência ao suicídio porque consideram a morte parte de um sacrifício válido para chamar a atenção das pessoas.


OS MAIORES AMANTES DA HISTÓRIA


Esses números são baseados em estimativas e relatos históricos ou depoimentos pessoais.

1- Rei George IV, Inglaterra
Quantidade de amantes: 7 mil

George IV sempre foi precoce. Aos 17 anos ele iniciou sua vida sexual. Com fama de beberrão, preguiçoso, apostador e mimado, o Rei tinha um costume bastante esquisito: sempre que transava com uma mulher, ele pedia uma mecha do seu cabelo. Em seguida, ele cuidadosamente catalogava e guardava. Quando George IV morreu, seu irmão encontrou 7 mil envelopes com as lembranças amorosas das moças com quem ele se envolveu.

2- Rei Mutesa, Uganda
Quantidade de amantes: 7 mil
A fama de pegador do Rei Mutesa foi ajudado pelo seu País. Em Uganda ter muitas mulheres era sinônimo de prestígio. Por esse motivo, Mutesa lutou até sua morte para não converter-se ao cristianismo, pois teria que abrir mão de todas as amantes, tornando-o desprestigiado, diante do seu povo. O Rei morreu com 84 esposas e mais de 120 filhos.

3- Rei Edward VII, Inglaterra
Quantidade de amantes: 7800 mil
O Rei inglês ficou famoso por suas orgias juvenis. Bebida, jogos e mulheres eram suas principais distrações. Embora casado por imposição de sua mãe, Edward nunca parou de trair a esposa. Durante 50 anos ele transou com três mulheres diferentes por semana.

4- Valéria Messalina, Roma
Quantidade de amantes: 8 mil
Nome facilmente associado a traição, Messalina, esposa do imperador romano Claudius era insaciável. A moça chegou a transformar um dos quartos do palácio em um bordel, onde sem roupa, convidava os homens para terem um pouco de "prazer" em troca de pequenos valores que ela cobrava. Na época, Messalina disputou uma gincana com a mais famosa prostituta romana, onde venceria quem conseguisse transar com mais homens em 24 horas. Messalina venceu, com 25 relações.

5- Rei Mongut, Sião
Quantidade de amantes: 9 mil
Curiosamente o rei pegador vivia num mosteiro, antes de assumir o reinado. Quando tornou-se rei, ele soube que poderia ter tantas esposas e filhos quanto quisesse, foi então que chutou o pau da barraca. Criou uma cidade, chamada Nang Harm, onde só viviam princesas reais, amantes e esposas dele. Apesar do harém, o Rei era ciumento. Ele mandou construir um enorme muro, para manter os outros rapazes bem longe das moças.

6- John Curtis Holmes, Inglaterra
Quantidade de amantes: 14 mil
Pelas suas contas, Holmes transou com nada mais, nada menos que 14 mil mulheres, o que daria uma média de quase 2 mulheres por dia, durante 20 anos. Mais conhecido como John Holmes, o rapaz que era dotado de um pênis de 33 centímetros, tornou-se ator pornô e ganhou fama no início dos anos 80. Mas, infelizmente, sua vida de prazer não trouxe bons frutos. Além de ator pornô, o rapaz também se prostituía para manter seu vício em cocaína. Em 1988 ele morreu, vítima de aids, aos 44 anos.


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7- Mademoiselle Dubois, França
Quantidade de amantes: 16.527 mil
Dubois, que inspirou o livro "A Filosofia na Alcova" foi uma das mais famosas prostitutas de luxo. De acordo com seus registros, precisamente, 16.527 mil homens passaram pela sua vida durante 20 anos.

8- Rei Ibn-Saud, Arábia Saudita
Quantidade de amantes: 20 mil
Ibn-Saud estabeleceu uma média de 3 relações sexuais por noites, durante 11 anos, totalizando 20 mil relações. O Rei tinha o hábito de casar, e quando a mulher não trazia mais encanto para ele, pedia o divórcio. Enquanto permaneciam satisfazendo sexualmente o monarca, as suas amantes tinham que ficar trancadas em um porão sem janelas.

9- Wilt Chamberlain, Estados Unidos
Quantidade de amantes: 20 mil
Segundo uma autobiografia, Chamberlain - um dos mais famosos jogadores de basquete da história dos EUA - afirmou que manteve relações sexuais com 20 mil mulheres, num período entre 1951 e 1991. Ele também afirma, no livro, que nunca tentou dormir com uma mulher casada. O mais curioso, é que Chamberlain nunca encarou um processo de paternidade.

10- Julia de Elder, Roma
Quantidade de amantes: 80 mil
Filha do imperador romano Augustus, Julia era bonita e inteligente. Na juventude, encantava os homens ao exibir seu corpo publicamente, preferindo usar roupas translúcidas, que deixavam os romanos babando. Ela tinha tudo o que uma mulher poderia querer, exceto satisfação sexual. E, em busca disso, acabou ultrapassando todos os limites. Seus amantes logo chegaram a uma dúzia, depois a centenas, até abranger, segundo a lenda, mais da metade dos jovens de Roma. Não satisfeita, Julia começou a se oferecer para todos os estrangeiros que passavam pela cidade, e também resolveu vagar pelas ruas com um bando de prostitutas, abordando passantes e arrastando-os para os becos escuros, onde fazia sexo com eles. Por causa do seu comportamento, Julia de Elder foi condenada por seu pai, o imperador Augustus, a viver sozinha numa ilha chamada Pandateria.


Enfim, o que é o AMOR? Alguém arrisca dizer?


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Pesquisa:

http://www.robertexto.com/archivo3/complicacoes.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor

O Espírito na Saúde, Editora Vozes - Textos de Jean-Yves Leloup, Leonardo Boff, Pierre Weil, Roberto Crema e Lise Mary A. Lima

http://www.grupomada.com.br/site/

http://forum.outerspace.com.br/showthread.php?t=135108

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