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A CONFERENCIA ANUAL DE INDÍGENAS, XAMÃS E EXTRA-TERRESTRES: A CIÊNCIA E AS EXPLICAÇÕES SOBRE O UNIVERSO E A VIDA NA TERRA

por Keila, a Loba, em 20.01.10

 

 

 “Um dia a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar o homem branco a reverência pela sagrada Terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris, para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Irís".

 

Profecia decretada há mais de 200 anos pela indígena Olhos de Fogo, nação Cree, dos Estados Unidos da América.

 

Dados publicados pelo blog

http://enigmasemisterios.blogspot.com/2009/06/indigenas-das-americas-admitem-sua.html, com algumas alterações.

 

Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com os “Povos das Estrelas”, mas poucos são os líderes indígenas que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos”. A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica.

 

Por 15 anos seguidos, a reserva Yankton, dos índios Sioux, tem sediado um dos mais concorridos e místicos eventos dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk, Alce em Pé, da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chamam de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra, e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências.

 

A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos, estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan.

 

http://www.star-knowledge.net/

 

http://www.v-j-enterprises.com/standelk.html

 

http://www.crystalinks.com/starknowledge2009.html

 

O objetivo das Star Knowledges é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária.

 

De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente.

 

O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote, e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.

 

 

 A degradação ambiental de hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas.

 

Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais.

 

Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres. Povos das Plêiades Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion.

 

Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo.

 

Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz..  A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos.

 

A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres.

 

Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais. Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles.

 

 

 

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/430/artigo96019-1.htm

 

Existem OUTROS UNIVERSOS?

Por Leonard Susskind, Físico, professor em Stanford (EUA) e um dos pais da Teoria das Cordas.

 

O universo é, evidentemente, bem maior do que a região que podemos observar. Sabemos disso pelo fato de que ele é muito "plano". Com efeito, quando vamos para fora, passear no campo por exemplo, para medir linhas, pontos e sobretudo ângulos de triângulos, deduzimos que a Terra é muito "plana". O máximo que podemos dizer é que a curvatura da Terra é muito pouca. E, se a Terra é redonda, ela deve ser bem maior do que o campo que estamos explorando.

 

Exatamente a mesma coisa acontece em relação ao universo. Os astrônomos medem as propriedades de triângulos. Os maiores que conseguimos medir têm alguns bilhões de anos-luz de lado, e mesmo assim o espaço que ocupam nos parece muito plano. Podemos deduzir então que, sem dúvida, o universo é muito maior do que podemos ver. Mil vezes, dez vezes, ou um décimo de vez maior? Não temos como saber. Mas a teoria cosmológica da inflação sugere que ele é muitas potências de dez vezes maior.

 

A inflação, por outro lado, tende fortemente a criar um universo diversificado. Com essa teoria, em vez de se obter uma cobertura unida, nos encontramos diante de extraordinária manta em retalhos, composta de "meios ambientes" distintos. Cada vez mais, físicos e cosmólogos consideram que nosso universo é apenas uma ínfima parte de um conjunto imenso e incrivelmente diversificado. É praticamente certo que o essencial desse "multiverso" possui propriedades que o tornam hostil à vida. Mas, aqui e ali, lugares minúsculos (com extensão de alguns milhares de anos-luz?) poderiam ser propícios à existência de estrelas, de planetas, de átomos, de moléculas e de vida.

 

 

NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO UNIVERSO

Por Michel Mayor Astrofísico do Observatório de Genebra, Suíça, um dos descobridores do primeiro exoplaneta, 51 Pegasi.

 

Quando enumeramos todos os exoplanetas descobertos nos últimos 13 anos, não restam mais dúvidas de que todas as condições para o surgimento da vida devem existir também lá fora. Obviamente, hoje detectamos sobretudo planetas gigantes e gasosos. Mas na medida em que eles são mais fáceis de ver e que teoricamente são mais raros que os planetas rochosos - difíceis de ver -, conclui-se que estes últimos devem ser muito mais numerosos.

 

O estudo das estrelas jovens em zonas de formação estelar mostra que todas as estrelas possuíam, no início, um disco de concrescência, uma espécie de matéria-prima dos planetas. As condições físicas são as mesmas em toda parte. Pode-se assim deduzir que a quase totalidade das estrelas possui planetas. Consideramos os 100 a 300 bilhões de estrelas da Via Láctea, a maior parte delas acompanhada por um ou mais planetas. Mesmo se as condições necessárias à emergência da vida forem restritivas - temperatura ideal para manter a água em estado líquido, massa-limite para manter uma atmosfera, etc. -, deve existir um número tão grande de diferentes planetas em nossa galáxia que o número de sítios habitáveis deve ser muito grande, provavelmente da ordem de dezenas de bilhões.

 

Uma pergunta: será que a vida se desenvolve forçosamente quando todas as condições estão reunidas? Como as experiências de laboratório não podem responder a essa questão, resta-nos a observação dos mundos extraterrestres. A vida, com efeito, trai a sua presença ao modificar a composição química das atmosferas planetárias, um índice que pode ser detectado à distância. Esta é, por sinal, a base das próximas missões espaciais, tais como a missão européia Darwin, que deverá ser lançada em 2014. Não temos provas formais dessa outra vida: esta é a resposta científica mais sábia que podemos dar. Mas, pessoalmente, sinto que deve haver uma outra vida, que sou apenas um subproduto bastante comum do universo.

 

Lá fora, esses subprodutos não são necessariamente evoluídos ou inteligentes, e talvez não sejam mais do que bactérias ou outras formas primitivas de vida desse imenso jogo. Como Homo Sapiens, Estamos Sozinhos no Universo - André Brack Exobiologista, diretor de pesquisa avançada no Centro de Biofísica Molecular do CNRS, em Orleans, França.

 

Acredito que, como Homo sapiens, estamos sós no universo. Os seres humanos constituem o resultado de duas evoluções: uma evolução lenta, apreciada por Darwin, resultado de uma pressão de adaptação ao meio ambiente, e uma evolução pontuada, apreciada por Stephen Jay Gould, que resulta de impactos e de cataclismo. Esses últimos são verdadeiras contingências, das quais é praticamente impossível reproduzir a cronologia. Mas é preciso permanecer atento: a prova de uma vida extraterrestre poderia acontecer dentro de dois minutos, na forma de um sinal captado pelo programa de escuta de sinais extraterrestres (o Seti) ou pela chegada de visitantes do cosmos... um tipo de prova que tem poucas chances de se concretizar!

 

Em revanche, é bastante provável que a vida esteja presente lá fora, sob forma bacteriana. Muito mais que seres evoluídos, procuramos essencialmente bactérias extraterrestres. Com efeito, as condições que possibilitam a aparição de vida bacteriana não são muito exigentes: elas se encontravam reunidas na Terra quando nosso planeta era muito inóspito, e intensamente bombardeado por meteoritos.

 

 

 

O FINAL DOS TEMPOS

Por Jean-Pierre Luminet Astrofísico do Observatório de Paris-Meudon, França.

 

Dois cenários são previstos pelos modelos cosmológicos: o big crunch e o big rip. Todos os objetos astronômicos - planetas, estrelas, galáxias - contidos no universo terão, sim, um fim. Como mostram as projeções, a morte do Sol, por exemplo, se T produzirá em cinco bilhões de anos. No final dos tempos, haverá uma extinção geral de estrelas, na forma de imensos apocalipses: explosões, implosões, etc. Ocorrerá uma enorme quantidade de cataclismos que destruirão todas as formas de vida num raio de muitos anos-luz.

 

Por outro lado, cedo ou tarde, as estrelas não mais se formarão, pois a matéria se torna rarefeita ao longo do tempo. Agora mesmo, na nossa galáxia, existem apenas um ou dois nascimentos de estrelas a cada ano. Dentro de 20 bilhões de anos, nenhum astro se iluminará mais. O universo será cheio de estrelas extintas: anãs brancas, estrelas de nêutrons, buracos negros.

 

Numa escala ainda mais ampla, as galáxias se desagregarão durante colisões gigantescas. Mas o universo não é apenas o conteúdo: é também o contenedor, o espaço-tempo. Poderá também o tempo ter um fim? Os modelos cosmológicos prevêem dois cenários para o futuro. Após a atual fase de expansão, que já dura 14 bilhões de anos, o universo será submetido a um movimento inverso de contração e de aquecimento que o levará ao big crunch (o grande esmagamento), uma teoria segundo a qual o universo começará a contrair-se, devido à atração gravitacional, até entrar em colapso sobre si mesmo.

 

O segundo cenário é o da expansão perpétua, que diluirá e resfriará indefinidamente o universo. Essa hipótese é favorecida pelas últimas observações. Parece mesmo que a expansão seja acelerada pela presença de uma energia repulsiva de natureza desconhecida, a "energia sombria". O destino final do universo depende dela. Trata-se de uma constante? Ela aumenta ou diminui? Se a energia sombria decrescer no futuro, ela se tornará inferior à força da gravidade, e o universo acabará num big crunch. Se ela é superior à matéria ou constante, ela ganhará a batalha contra a gravidade. A expansão continuará para sempre. Pouco a pouco os astros extintos se converterão em buracos negros, que se evaporarão. O universo será apenas uma banheira de fótons cada vez mais frios. Se, em revanche, a energia sombria se acelerar, o índice de expansão se tornará tão imperioso que o universo explodirá em todas as escalas: toda a matéria do universo, até mesmo os átomos, será dilacerada pela dilatação do espaço. É o que chamamos de big rip, o "grande dilaceramento", o fim definitivo da matéria, que deixará um universo vazio, sem estrutura.

 

Certos modelos prevêem que um fim desse tipo do universo poderá se produzir em 22 bilhões de anos. Mas, no estado atual dos nossos conhecimentos, ainda nada sabemos sobre o destino final do próprio espaço-tempo.

 

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publicado às 23:02


32 comentários

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De NANDUS a 21.01.2010 às 00:20

Comentários?... Adorei este Blog. Muitos parabéns. Por vezes as palavras não dizem tudo. Eu me identifico bastante com estes textos.
Convido Vc. a visitar meus modestos "cantinhos" em - Meu Site (se achar que merece, recomende a seus amigos:
(http://www.ventosquepassam.com.br/) -
Meu Blog - http://nandus1636.spaces.live.com/ (http://nandus1636.spaces.live.com/) - Aceite saudações amigas luso-brasileiras. NANDUS - COIMBRA- PORTUGAL
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De Manuela a 21.01.2010 às 03:14

Que lindo este seu blog, que eu nem conhecia...
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De Salvino Lobo a 21.01.2010 às 13:38

Não sabia como te encontrar até me lembrar dos uivos da loba. Foi tiro certo.
Jack precisamos conversar de frente, pois teremos esse ano aqui no Ceará o ENCA Encontro das Comunidades Alternativas, e será muito interessante a sua participação e do seu grupo de amigos/irmãos.
Vamos nos ver um dia desses.
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De Gercilene a 21.01.2010 às 14:03

Amei seu blog, suas idéias são super interessantes, a musica é linda, parabéns ja virei seguidora deste blog.
Gercilene
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De Dioneide a 21.01.2010 às 17:17

Amiga,
Eu vivo abrindo e fechando o blog com frequencia. É falta de tempo . Mas venho sempre aqui.
Gostei do texto .Muito bom. abraços

Dioneide
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De hanah a 21.01.2010 às 17:50

Olá Loba,

Adorei o artigo, muito bem alinhavado.
dá uma olhada neste vídeo que encontrei ainda hoje.
Quanto aos peles vermelhas, não sei se já ouvui falar em um Xamã Brasileiro chamado.kaka wera. Bem interessante o trabalho dele.

http://www.youtube.com/watch?v=hOLAGYmUQV0


Beij
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De fernanda a 21.01.2010 às 18:41

Excelente artigo, Keila. Completo e exaustivo.

Na realidade nós sabemos muito pouco; imensas teorias, muitos estudos e a própria ciência a desdizer-se do que defendeu no passado. Que nos resta? A crença naquilo que faz sentido, para nós, e aí entra a subjectividade de cada um.

Por mim, reduzo-me à insignificância do "só sei que nada sei", deixando tudo em aberto.

Beijos
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De jose viana filho a 21.01.2010 às 20:03

Loba,

adorei seu blog , e adorei saber mais sobre essa conferencia indígena no EUA. Intrigante a frase inicial, parece que tudo esta acontecendo.

abs e vou sempre voltar aqui pra ler seus posts, abs@
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De Rute a 22.01.2010 às 00:16

Olá passando por aqui para conhecer seu cantinho, parabéns pela postagens!
Beijinhos e um ótim fim de semana www.rute-rute.blogspot.com

Rute
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De Ishani D. D. a 22.01.2010 às 02:05

Se cada um de nos fizermos a nossa parte, certamente haverá uma chance de salvar a vida na Terra. O importante é divulgar as culturas e as tradições antigas porque é delas e deles que o mistério da vida está presente.

Seja Feliz.

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