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INFERNO ZODIACAL E OS ARQUETIPOS DE JUNG

por Keila, a Loba, em 04.04.10

 

A psicologia fala sobre os arquétipos, que significam a forma imaterial pelas quais os fenômenos psíquicos podem ser moldados, sendo que C. G. Jung usou essas imagens para tentar saber o que sentem e como pensam os seres humanos. Essa simbologia arquetípica, especialmente se direcionada aos signos dos zodíaco e suas diferenças comportamentais, até hoje são vistas por alguns como um rico legado da antiga cultura egípcia, que por contar essa longa e importante tradição não deveria ser subjugada a apenas um jogo adivinhatório.

 

Ainda sobre o céu e os astros, há pessoas em todo o mundo que conseguem estabelecer um elo de curiosidade entre as descrições comportamentais dos signos e suas pernonalidades - eu, inclusive -, mas há os que consideram essas informações sem importancia alguma para a vida prática. Na verdade, não consigo dar tanta importancia a astrologia na vida prática como algumas pessoas o fazem, mas é impressionante a maneira singular e extremamente focada com que os signos do zodíaco descrevem os nossos comportamentos arquetípicos, já perceberam?

 

 

 

 

 

Num dado momento da Eternidade, os signos do Zodíaco se reuniram perante o Ser Supremo. Sentados em torno de sua távola de estrelas, reclamavam que, apesar de conferirem ao Homem seus atributos (conforme o Ser assim havia dito), a espécie, a máxima criação divina, não se harmonizava e não estava conseguindo chegar ao ponto de relação com a Fonte de Luz.

 

Um signo acusava o outro de impedir a harmonia e a felicidade humana. Cada um achava ser o senhor da verdade e que a humanidade deveria agir conforme seu padrão. A discussão aumentou até que o Ser Supremo, com infinita sabedoria, sugeriu: “Façam uma greve.” Todos ficaram estupefatos. Silêncio total na Eternidade. O Ser continuou: “Aqueles cuja ausência puder ser equilibrada pelos outros serão retirados do Zodíaco e passarão a fazer parte das outras constelações. A greve será para um de cada vez, de forma que todos vejam os efeitos. Para que a vida no Universo não sofra as conseqüências, vamos fazer isso no plano das idéias. Se vocês acharem que tudo estará bem, faremos no plano físico logo em seguida”. Todos se aprumaram, prontos para começar nessa empreitada do “o que aconteceria se .... ”.

 

Áries tomou a dianteira e declarou: “Sem mim, nada no Universo poderá ser iniciado”. E assim começou um período onde crianças permaneciam presas no útero, nenhuma semente brotava e nem surgia nas plantas, ninguém saía mais de suas casas, não havia mais nada que interessasse na Terra, pois sem a energia e a iniciativa de Áries a realidade se tornara estagnada, sem movimento. Além disso, não era possível decidir coisa alguma, tal era a dificuldade de optar por um caminho a seguir. Todos esperavam a aprovação de todos, o que levava a mais e mais estagnação. Ninguém conseguia sacrificar-se o suficiente para reverter a situação, não havia mais honestidade nem nobreza para enfrentar as vicissitudes. A falta de energia era tão grande que os planetas pararam de se movimentar. Na Terra, em um dos hemisférios só havia dia e calor causticante. No outro só a noite e o frio congelante. A locomotiva do Zodíaco parara.

 

Com o mundo à beira da destruição devido à inatividade total, os arquétipos se reuniram e decidiram afagar o ego do Carneiro pedindo-lhe para retornar a seu posto. Orgulhoso, ele atendeu o pedido.

 

“Que Touro se apresente”, disse o Ser em sua voz de mil trovões.

 

Touro então inicia sua greve. Logo tudo passa a cheirar mal, a terra seca e as pessoas empobrecem. Miséria espalhada por todo canto, colapso econômico, ganância e falta de contenção de impulsos geraram ondas de violência sem igual. A paz taurina havia sido banida. Todas as coisas mudavam repentinamente e sem parar. Não se podia mais esperar nada do futuro. As crianças nasciam e morriam logo em seguida, devido à dificuldade de manter as coisas por um certo período. Aliás, os organismos perdiam a resistência tão rapidamente que qualquer alteração (e haviam muitas), provocava uma catástrofe.

 

Os arquétipos, convencidos do problema, pediram o retorno de Touro, que recusou-se a fazê-lo. Depois de muitas vezes e com muita insistência, os arquétipos se reuniram e pediram o retorno de Touro, que, relutante, sentou-se em seu lugar.

 

Chegou a vez de Gêmeos. Todos sentiram o ar ficar rarefeito, houve silêncio novamente, mas tal silêncio era involuntário e sepulcral. Ninguém mais concatenava as idéias, nada podia ser dito e quando era dito se tornava dogma, sem lógica, sem flexibilidade, sem humor. As coisas se repetiam infinitamente, pois nunca houve tanta falta de variedade no Universo. Se alguma coisa era ensinada de um jeito, ninguém mais podia ter outra opção. A falta de comunicação, com as pessoas não querendo mais ouvir e muito menos ponderar questões mesmo as simples, estava criando o ambiente perfeito para a guerra, isso sem falar nos problemas respiratórios e de sistema nervoso que afetaram a todos.

 

Após uma série de controvérsias, discussões, mudanças de assunto e muito falatório, Gêmeos resolveu voltar ao seu lugar.

 

Escorpião saiu e com ele saíram todas as possibilidades de reciclagem do Universo. As coisas apodreciam, mas não se desintegravam. Nada morria. Cadáveres andavam pelas ruas putrefatos, sem alma, mas com os corpos funcionando tal como máquinas ligadas indefinidamente. As emoções mais primitivas desapareceram também, mas com elas se foi tudo o que a vida tem de importante. Não havia mais intensidade de propósitos e tudo se tornou rotina pura, sem sentido. Todos os seres agiam como autômatos e os dias, horas, minutos, etc., tudo era o mesmo. O Universo não mais se destruiria, devido à falta de Escorpião, mas também não mais seria reconstruído e melhorado. Tudo passou a ser superficial e falso, apenas cascas sem vida com movimento. Nos seres humanos todo o processo orgânico de excreção foi interrompido, gerando grande sofrimento.

 

Satisfeito com a lição que dera, mas já entrando em depressão, Escorpião voltou a seu lugar.

 

Repentinamente as coisas diminuíram de tamanho e a desesperança tomou conta de todos os seres. Era Sagitário entrando em greve. As mentalidades se tornaram tacanhas, regionalistas, sem o mínimo senso de amplitude. Nada no Universo se expandia ou crescia mais. A humanidade definhava, emagrecia, como que acometida por mil e uma doenças e isso acontecia mesmo com aqueles que ainda podiam conseguir alimentos. O ceticismo imperava a tal ponto que não se acreditava mais nem mesmo que a pessoa ao lado respirava também. Tudo tinha de ser comprovado cientificamente, o que gerava muita confusão, pois não havia tempo para ter certeza de tudo nos mínimos detalhes. Não havia mais significado em nada, tudo era aleatório. Quanto mais banal o conhecimento e quanto menos ele levasse a alguma coisa melhor. Estava instaurada a era da futilidade total, enquanto que o mundo se destruía pelo descaso e pela falta de pessoas dedicadas a ensinar.

 

Sagitário rapidamente voltou ao convívio daqueles que considerava o que de melhor o Universo poderia oferecer, pois não agüentava mais estar perdendo as novidades do high society celestial.

 

Chegando a vez de Capricórnio, toda a ordem cronológica das coisas perdeu o sentido. Coisas que deveriam acontecer em seqüência, tinham sua lógica alterada. Morria-se antes de nascer, os jovens se tornavam velhos aos 20 anos e quem chegava aos 50 anos estava à beira da morte ou já estava reencarnando, não importava se houvesse problemas de saúde ou não. Não havia mais sistema e ordem. Não bastasse isso, em todos os outros pontos do Universo a irresponsabilidade tomava conta. Tudo era feito de forma passional, sem ponderação. Depois de tudo isso a destruição final seria fazer tudo o que era sólido se tornar líquido, até mesmo as rochas e os esqueletos.

 

Os arquétipos precisaram intervir, “depondo” Capricórnio de seu “status” de grevista. Só assim ele retornou a seu lugar.

 

Aquário em greve resultou em perda total da liberdade. Todo o fluxo e refluxo universal cessara e todas as pessoas passaram a pensar, agir, sentir e viver do mesmo jeito. A preocupação maior de cada um era consigo mesmo, nada era feito em prol da comunidade. Alguns conseguiram viver durante um tempo em castelos feitos de ouro, mas em volta desses castelos havia um oceano de excrementos, lixo humano e devastação. A conseqüência foi a destruição gradativa desses monumentos ao egoísmo pela própria ignorância de seus donos a respeito da necessidade de disseminar recursos para que pudessem tê-los de volta. Todos esqueceram do ciclo da vida, da Lei do Retorno. A palavra amizade foi banida de todos os dicionários. Não chovia mais em lugar nenhum, pois a chuva distribui água para todos sem exceção, portanto as nuvens desapareceram. A humanidade quase se extinguiu, pois Aquário é o signo da Humanidade. Até mesmo as estrelas pararam de emitir luz, uma vez que ela banha a todos e isso faz farte da tarefa de Aquário.

 

Cansado da rotina de nada fazer, Aquário voltou repentinamente ao seu lugar, pois estava bolando uma revolução para modificar tudo o que se julgava bom até aquele momento.

 

Peixes, retirado como de costume, simplesmente deixa de se importar com o sofrimento humano. As crueldades infligidas são incontáveis. Não há mais compaixão no Universo, apenas regras rígidas. Qualquer desvio, por mínimo que seja, é punido com severidade sem igual. A Graça Divina deixa de descer sobre a Criação, pois preza-se sobremaneira a execução exata das tarefas e rotinas (orgânicas, sociais ou cósmicas), não havendo lugar para o incognoscível ou para a possibilidade de adequar qualquer anomalia à vida cotidiana. Por causa disso, as formas viventes são violentamente forçadas a desenvolver-se dentro dos padrões de perfeição absoluta. O resultado foi a extinção da maioria dos seres , inclusive os humanos, pois nenhum ser vivente é uma cópia fiel do protótipo do Criador, daí que fez-se necessária a interrupção desta última greve o quanto antes.

 

Após o retorno lacrimejante de Peixes, que, por sinal, sentia muita piedade e auto-piedade daquilo que só aconteceu na imaginação, ouviu-se a pergunta do Ser Supremo: “Então? Já decidiram quais são os signos que podem ser retirados? Há algum que não tenha feito falta?”

 

Os doze entreolharam-se cabisbaixos e, agora mais sábios, responderam em uníssono: “Senhor, percebemos que somos partes de um imenso mecanismo cósmico que jamais sobreviveria desfalcado, mesmo de apenas um de nós. Pedimos perdão por nossa ignorância. Decidimos, portanto, dar como missão ao Homem a mesma tarefa que deste a nós, fazendo com que ele, a cada geração, harmonize nossos aspectos dentro de si mesmo. Dessa maneira, concedemos a ele, Senhor, aquilo que recebemos de Ti: o Livre-Arbítrio e a capacidade de superar até mesmo o que nós, como símbolos, representamos. O Homem jamais será uma marionete das estrelas se não quiser sê-lo.”

 

Satisfeito, o Ser deu por concluída sua obra e irradiou sua energia divina à espera daqueles que por ela procuram.

 

http://blogs.opovo.com.br/astrologia/page/2/

 

 

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publicado às 22:19


27 comentários

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De Rute a 05.04.2010 às 03:17

Muito interessante e faz a gente conhecer um pouco mais os signos. Amei! Convido voce a fazer uma visitinha no meu blog porque acho que vai gostar.

Espero voce.
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De Gercilene a 05.04.2010 às 03:43

Amei seu blog, suas idéias são super interessantes, a musica é linda parabéns.
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De Tatiane de Oliveira a 05.04.2010 às 16:53

Clique aqui no endereço abaixo para participar!!!
http://www.greenpeace.org.br/tokyotwo/envie_msg.php

Eles ainda precisam de você

Mais de 500 mil pessoas ao redor do mundo pedem um julgamento justo para Junichi Sato e Toru Susuki, ativistas japoneses do Greenpeace que podem ficar dez anos na prisão por terem denunciado o comércio ilegal de carne de baleia.

Se você é uma dessas pessoas que já participou da ciberação, nosso muito obrigada pelo apoio.


Na segunda etapa do julgamento, ocorrida em março, houve contradição entre a versão da tripulação do Nisshin Maru, navio carregado de carne de baleia interceptado pelo Greenpeace, e a da empresa Kyodo Senpaku, dona do navio, que se beneficiava da venda da carne.

Segundo relato de um ex-funcionário da Kyodo Senpaku, a mercadoria era entregue aos tripulantes como recompensa pelos dias no mar e depois era vendida ilegalmente. Parlamentares japoneses, oficiais da Agência de Pesca do governo e membros do Instituto de Pesquisa de Cetáceos – que em teoria deveriam impedir a caça comercial de baleias – também levavam para casa grandes quantidades de carne como “souvenir”. Esse depoimento confirma a versão de nossos ativistas, mas a pressão sobre o Greenpeace ainda é grande.

O resultado do julgamento está previsto para meados de junho. Até lá, todos os esforços são importantes.

Podemos atingir 1 milhão de assinaturas. Participe!
E divulgue a seus amigos e em suas redes sociais. Espalhe essa causa.
Sem imagem de perfil

De Neyla a 05.04.2010 às 18:10

Depois da páscoa, a alegria das novas emoções que a ressurreição trouxe.

"Aproximem-se conscientemente do sol com o desejo de se tornar como ele, e
acabarão recebendo alguma coisa da sua vida, do seu calor e da sua luz.
Vocês querem ter amigos? Saibam que o sol também lhes ensinará as melhores
maneiras de atraí-los. Como não se aproximar de uma pessoa ao lado de quem
se sentem vivificados, aquecidos, iluminados? Ao contrário, evita-se quem é
frio, apagado, sem vida. Ou melhor, se são obrigados a frequentá-lo, fazem
de tudo para se protegerem fechando-se para ele.

Observem as flores: fecham-se durante a noite, e de dia se abrem para o sol.
Sim, é uma linguagem. As flores nos falam, elas nos dizem: «Vocês só podem
abrir os corações e as almas se difundirem luz e calor». Mas quem as
compreende?"

Omraam Mikhaël Aïvanhov
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De O Arabe a 05.04.2010 às 21:04

Interessantíssimo, Keila. Como sempre, aliás! :) Boa semana, amiga!
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De Arruda Bastos a 05.04.2010 às 23:07

Interressante. Não costumo ver horoscopo, mas acho interessante.
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De maurizio a 05.04.2010 às 23:17

belo post. as vezes leio horoscopo, mas me acho meio bobo fazendo isso. é legal iniciar a minha semana aqui. Tenha uma bela semana.
maurizio
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De Jeanne a 05.04.2010 às 23:52

Parece que antigamente as pessoas acreditavam mais em horócopo, hj já não se fala muito nisto.
Mas observo que nas conversas, volta e meia, atribui-se comportamentos ao signo da pessoa, e nesta parte da astrologia, observo que sempre dá certo.
Beijos
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De VERDADE a 06.04.2010 às 01:24

SEMANA ILUMINADA COM AMOR, PAZ E ALEGRIA NO CORAÇÃO

"Amados amigos e irmãos,

PARA REFLEXÃO: A REGRA ÁUREA

"Amarás o teu próximo como a ti mesmo". - Jesus (Mateus, 22:39)

Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia.

Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transmitido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.

Diziam os gregos: "Não façais ao próximo o que não desejais receber dele".

Afirmavam os persas: "Fazei como quereis que se vos faça".

Declaravam os chineses: "O que não desejais para vós, não façais a outrem".

Recomendavam os egípcios: "Deixai passar aquele que fez aos outros o que deseja para si".

Doutrinavam os hebreus: "O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo".

Insistiam os romanos: "A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo".

Na antiguidade, todos os povos receberam a lei de ouro da magnimidade do Cristo.

Profetas, administradores, juízes e filósofos, porém, procederam como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida.

Suas figuras apagaram-se na tela dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.

Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira.

Emmanuel

Com a bênção de nosso Pai-Mãe Criador me despeço.

Até Sempre!...

Todos somos um.
Amor e Paz."
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De Pimentinha Brasileira a 07.04.2010 às 12:17

Teu espaço é demais. Conheça o meu. Abri o blog há pouco!
Bom dia!

http://pimenta-com-br.blogspot.com/
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De Diogo FN a 07.04.2010 às 15:31

manero...

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Mulher de Netuno, arquétipo água: mutável, humanista, idealista, sonhadora; aparentemente passiva, mas extremamente reacionária, autoritária, insegura e adaptável.
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