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O MUNDO ESTÁ COM OS DIAS CONTADOS?

por Keila, a Loba, em 26.01.11

O que está havendo com o clima?

  

  

Estamos em janeiro de 2011, em franca contagem regressiva para o 2012 apocalíptico preconizado pelos antigos maias, uma civilização que se intalou na América do Sul algum tempo antes de Cristo.  

  

Os maias eram habéis em engenharia (vejam pirâmides da Planície de Yucatán), na escrita (infelizmente, grande parte do acervo maia foi destuído pelos espanhóis), na astrologia e na observação da natureza, o que lhes rendeu uma admirável capacidade de reunir dados para prever o clima. Por conta dessa notável habilidade, os maias entalharam as famosas profecias em pedra, para que estas não se perdessem no tempo e do conhecimento humano, uma vez que  os próprios tiveram que abandonar suas terras e suas construções por conta dos rigores do clima.

  

Sem maiores delongas, tenho acompanhado a programação dos canais da tv por satélite aqui, em Fortaleza, e em quase todos os canais de ciência as profecias maias estão ocupando todos os espaços, quase todos os dias. Esta constatação está me intrigando tanto quanto acompanhar filmes em que as alterações nos pólos magnéticos da Terra estão entre as possíveis causas do fim do mundo.   

  

Daí a pergunta, Será que estão omitindo dados e constatações sobre o que de fato está acontecendo à Terra, o que equivaleria a dizer que nossos dias estão contados? 

 

Como sabemos, todas as civilizações antigas, desde as mais prósperas às mais simples, tiveram seu período de apogeu e não resistiram ao tempo ou as mudanças da natureza. Com a atual humanidade não será diferente. A questão é quanto tempo nos resta...

 

Vejamos o que diz a mais recente publicação da SuperInteressante sobre o clima.

Não esqueça de deixar a sua impressão sobre o tema discutido aqui.

 

 

 

  

O clima no mundo parece ter enlouquecido. No ano de 1999, o número de catástrofes climáticas bateu um recorde histórico: foram 755. O recorde anterior, 702, havia sido estabelecido em 1998. E pesquisas recentes atestam que os eventos climáticos extremos, que fogem à normalidade, foram mais freqüentes nas últimas três décadas.

Comparados ao comportamento “normal” do clima, aquele baseado no relato de nossos avós e bisavós, esses acontecimentos parecem inéditos. Mas não são.

A história nos conta que mudanças climáticas  já exterminaram populações  humanas inteiras. Os maias, que dominaram a América Central até o século VIII, sumiram do mapa durante uma forte seca, segundo nos contam sedimentos depositados no fundo dos lagos da região.

  

Os acadianos, que formaram a primeira cidade na Mesopotâmia, há 4 100 anos, também foram vítimas do clima, devido a uma seca provocada pelo esfriamento das águas do Atlântico Norte.

  

Essas desgraças do passado permitem duas conclusões. A primeira é que não há nada de inédito nas tragédias que vivemos hoje. Os desastres dos maias e dos acadianos foram causados por eventos de uma intensidade que o homem moderno nunca viu, mas é 100% certo que tais catástrofes ocorrerão novamente, segundo Peter deMenocal, da Universidade de Columbia, Estados Unidos, um dos maiores especialistas em clima no mundo.

  

 

“Secas com duração de vários séculos são raras, mas fazem parte da variabilidade natural.” A seca que assolou os Estados Unidos nos anos 30 – há apenas 70 anos! – e causou um grande êxodo de agricultores que viviam nas planícies do sul, foi um grande flagelo para a potência mundial, mas não passou de algo corriqueiro e mediano na história da Terra. O estrago pareceu imenso, mas estiagens como aquela ocorreram, em média, uma vez por século nos últimos 400 anos na América, segundo estudo do governo americano.

  

Estamos, então, correndo o risco de extinção? 

  

Sem dúvida, há com o que se preocupar. “Sociedades complexas são capazes de se adequar a alterações climáticas, mas não são infinitamente adaptáveis”, diz deMenocal.

 

Porém, há no horizonte uma mudança climática importante que foge à variabilidade natural do clima: a Terra está esquentando. Os cientistas divergem sobre as causas e os efeitos da alteração, mas sua existência é um consenso, como atestou, no ano passado, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), um consórcio de cientistas que estuda o tema há mais de uma década. Segundo o grupo, em 100 anos, os termômetros subiram 0,5ºC, em média.

 

Não é pouco. Durante a última era glacial, que terminou há 10 000 anos, a temperatura do planeta era apenas 3ºC mais baixa que hoje, mas o gelo ártico chegava à Grã-Bretanha. Por conta desse meio grau a mais, 1998 foi o ano mais quente da década mais quente do século mais quente dos últimos 600 anos (essa aferição é feita pela análise de troncos de árvores ao redor do mundo, como em Roanoke). Carlos Nobre, chefe do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC-Inpe), vai além. Para ele, os indícios confiáveis à disposição, que regridem no tempo 6 000 anos, não registram temperaturas tão altas como hoje.

 

Nos últimos 50 milhões de anos, todos os vaivéns do clima, o início e o fim das eras glaciais, foram disparados pelo Sol. É que, embora não se perceba, a posição do Sol em relação à Terra varia levemente ao longo de milhares de anos e isso muda a quantidade e a distribuição da energia que o astro emite sobre o planeta. Uma das mudanças, por exemplo, é no eixo de inclinação da Terra em relação ao Sol, que varia a cada 41 000 anos. Isso altera a incidência de luz solar sobre certas áreas do globo, o que acarreta mudanças por aqui. Faz muita diferença se a área mais iluminada é um oceano ou terra nua, por exemplo.

                   

 

Na Terra, três fenômenos acompanham esse balé solar.

 

O primeiro ocorre nos oceanos. Quando a água esquenta, ela perde a capacidade de reter gases, entre eles o gás carbônico (também conhecido como CO2 ou dióxido de carbono) dissolvido. Há, hoje, dissolvido nos mares, 50 vezes mais CO2 que a quantidade existente na atmosfera. Quando o oceano libera o dióxido de carbono, o resultado é mais aquecimento.

 

O calor aumenta a evaporação de água, disparando o segundo gatilho, pois o vapor de água é um gás do efeito estufa ainda mais potente que o gás carbônico. Conclusão: ainda mais calor. Por fim, derretem-se as calotas polares, que refletem 70% da luz solar que recebem. Qualquer superfície que as substitua – água, terra ou vegetação – refletirá menos luz (mais fervura). Esse círculo vicioso só pode ser interrompido por uma nova mudança do ciclo astronômico.

A novidade é que, pela primeira vez, está havendo uma mudança climática global em que o Sol não é o ator principal. “A maior parte do aquecimento observado nos últimos 50 anos se deve ao aumento da concentração de gases estufa”, diz o relatório deste ano do IPCC. Ou seja, o aquecimento atual não foi disparado pelos ciclos astronômicos, mas pelo gás carbônico, cuja concentração atual no ar é – seguramente – a maior dos últimos 400 000 anos e, possivelmente, a maior em 25 milhões de anos, segundo Carlos Nobre.

 

Tudo graças à queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo), que, desde o início da Revolução Industrial, aumentou 600 vezes a emissão de CO2 na atmosfera, de 10 milhões de toneladas por ano para 6 bilhões de toneladas anuais.

 

Para alguns, as maluquices climáticas atuais já são conseqüência do calor extra. Mas a maioria dos cientistas é mais cautelosa em suas conclusões. Diz-se que o estudo do clima é complexo, envolve muitas variáveis e que uma verdade hoje pode ser um fiasco amanhã.

 

Por enquanto, os especialistas só admitem o óbvio, como a elevação da superfície dos oceanos, que foi de 10 a 25 centímetros no século passado. Mas há outros sinais mais sutis. A nebulosidade, por exemplo, aumentou. Por sua vez, a cobertura de neve diminuiu, ao menos no Hemisfério Norte, onde o assunto já foi pesquisado: uma queda de 10% nas décadas de 70 e 80. Ainda no Norte, na década de 80 o outono chegou mais tarde, o que ampliou em 12 dias o período de crescimento vegetal. Resultado: o Norte ficou 10% mais verde no verão em comparação com a década anterior.

 

Ou seja, em certas áreas, o aquecimento pode significar um aumento da cobertura vegetal em vez de devastação e desertificação, como é de supor à primeira vista.

 

As previsões sobre o futuro do clima devem ser tomadas com cautela, mas é verdade também que são dramáticas. Segundo o relatório do ano passado do IPCC, no ano de 2100 a temperatura média será 1,4ºC a 5,8ºC mais alta.

 

Na primeira hipótese, o planeta atingiria a mais alta temperatura em 1 milhão de anos. “Mas, se o cenário pessimista se concretizar, teríamos um aquecimento inédito em 3,6 milhões de anos”, afirma Thomas J. Crowley, paleoclimatologista da Universidade do Texas. Ou seja, a temperatura atingiria patamares nunca vistos sequer por ancestrais remotos do homem (o gênero Homo surgiu há “apenas” três milhões de anos).

Os oceanos subiriam mais ainda: entre 18 centímetros e 95 centímetros, inundando áreas onde vivem hoje 118 milhões de pessoas. E alguns fenômenos globais que envolvem a atmosfera e o oceano, como o El Niño, seriam mais freqüentes e mais intensos.

 

Algumas mudanças devem ocorrer subitamente. No Mar do Labrador, na costa leste do Canadá, ocorre a Formação de Águas Profundas, um fenômeno que impulsiona as correntes marítimas ao redor do mundo.Pois bem: segundo Ilana Wainer, professora de Oceanografia da Universidade de São Paulo (USP), o fenômeno pode acabar. Pior: isso ocorreria em algumas décadas, segundo o meteorologista Syukuro Manabe, diretor do Sistema de Pesquisa sobre a Mudança Global, em Tóquio, Japão.

A mudança alteraria o clima no mundo porque são as correntes que distribuem o calor solar incidente nos trópicos. Nos pólos, elas fornecem uma energia equivalente a 30% do calor que incide ali. A água tépida da Corrente do Golfo, por exemplo, só alcança a Europa por causa dessa circulação. Se o empurrão faltar, a Europa teria um clima parecido com o do Canadá.

 

Quando ocorrem grandes mudanças ambientais, sobrevivem as espécies com maior capacidade de adaptação. A raça humana, que já sobreviveu a uma era glacial, tem grandes chances de superar mais essa mudança, mas alguns ficarão pelo caminho: os mais pobres. O aquecimento, por exemplo, deve mudar o regime de chuvas, causar fome e quebras de safra, segundo o jornalista americano William Stevens, autor do livro The Change in The Weather (A mudança no clima, inédito no Brasil). Na África subsaariana, onde milhões vivem da agricultura de subsistência, isso seria uma tragédia. Mas não nos países ricos, onde os recursos permitem comprar comida, erguer diques ou abrir frentes agrícolas rapidamente.

 

Para muitas espécies, no entanto, o trauma deve ser maior. Entre outras mudanças, o aquecimento está empurrando as zonas climáticas em direção aos pólos, ou seja, áreas hoje ocupadas por florestas temperadas poderiam ter clima propício para matas tropicais. Na Europa, a área de ocorrência de algumas espécies de borboletas moveu-se para o norte no século XX. O menor deslocamento foi de 35 quilômetros. O maior, 240 quilômetros. Prevê-se que, ao final deste século, no Hemisfério Norte, o deslocamento das zonas climáticas seria de 160 a 560 quilômetros. No passado, isso levou espécies a evoluir.

 

Mas a situação atual é diferente: a ação humana isolou os ecossistemas naturais. Florestas cercadas por cidades ou lavouras não podem migrar.

 

 

“Sem ter para onde ir, essas formas de vida simplesmente deixarão de existir, em uma perda importante de biodiversidade e um enfraquecimento da rede da vida”, diz o jornalista William Stevens. Os ecossistemas seriam simplificados. Os parques e as reservas naturais, imobilizados em suas fronteiras atuais, restariam inúteis.

Mas tudo isso são hipóteses. No atual estágio do estudo do clima, não é possível fazer mais que isso.

 

É verdade que os centros de meteorologia possuem os mais avançados computadores, capazes de realizar 2,5 trilhões de cálculos por segundo, assim como equipamentos ao redor do mundo. Só o serviço de meteorologia americano mantém quatro satélites, 121 estações com radar e seis centros de pesquisa com supercomputadores. Mas o sistema segue falível. No ano passado, por lá, as previsões de precipitação com um dia de antecedência foram corretas em 69% dos casos e o limite para previsões locais por computador é de uma semana.

 

É que prever o clima depende de dados de milhões de anos e faltam registros detalhados sobre o passado. A temperatura só começou a ser registrada sistematicamente há 150 anos e com grandes falhas. Em uma varredura dos dados existentes, dois pesquisadores britânicos jogaram fora a maior parte dos registros. Os dados confiáveis nos últimos 150 anos se resumem a 1 548 estações no Hemisfério Norte e 293 no Hemisfério Sul. Esse é o banco de registros humanos na história da meteorologia. Os satélites foram um grande avanço, mas só existem a partir de 1979. Os balões meteorológicos, a partir de 1950.

 

Só nos resta, portanto, confiar nos vestígios deixados pelo clima, fiarmo-nos em nossa limitada capacidade de prever o futuro e procurar evitar os perigos que ele nos reserva.

 

 

 

http://super.abril.com.br/ciencia/seca-enchentes-nevascas-esta-havendo-clima-442669.shtml

 

 

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publicado às 01:36


14 comentários

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De JB.Mendes a 26.01.2011 às 14:37

Querida amiga vim conhecer o seu cantinho, e fiquei encantado,pois é cheio de graça e beleza, e ao mesmo tempo inteligente e poético. Visite o meu cantinho de poesias, você vai gostar.
beijos JB.Mendes
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De Claudio Velasco a 27.01.2011 às 17:21

Convocação geral.

Participe da corrente mundial de orações pela paz, convidando amigos e familiares para participar.
Todas às terças e quintas-feiras, com o inicio das orações sempre às 15:00 horas.

Você pode fazer as suas orações em qualquer lugar, mas é recomendável estar em ambiente tranquilo para conectar-se as esferas superiores.

As orações imanadas desta corrente mundial pela paz podem atravessar o mundo inteiro e formar uma ampla comunidade de pessoas orando pela paz mundial.

Seja mais um a participar.
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De FADA SAN a 28.01.2011 às 22:52

No mês passado os Nativos Peles Vermelhas dos EUA compartilharam suas mensagens e visões de futuro a partir de seus anciãos e chefes. Essas mensagens estão em linha com as mesmas mensagens que eu (no caso Peter) tenho recebido para a nossa orientação durante os últimos anos e que já cresceram no passado mais imediato.

"Através dos Irmãos Anciãos e chefes espirituais das tribos nativas da América do Norte; estas mensagens espirituais foram recebidas na noite do dia 21 de dezembro, de 2010, na noite do Solstício de Inverno (para o Hemisfério Norte) e durante o Eclipse da Lua Cheia durante cerimônias sagradas dos Caminhos da Ilha Tartaruga do Canupa (Cachimbo Sagrado), e da Oração do Caminho Sagrado da Avó Mulher Búfalo Branco:

(Pte San Cigana Waste Win)

O sa da dv Mitakuye Oyasin:


"As coisas serão difíceis num futuro muito próximo, mas podemos fazer algo sobre isso e " ... devemos começar a desidratar os alimentos e a economizar água e assim por diante. "Também foi dito que" Não devemos esperar por ninguém . Não espere por ninguém."

"... Foi-me dito há muitos anos pelo maior de todos os anciãos dos mais velhos, que um dia" o futuro não pertencerá para àqueles que possuem o desenvolvimento e controle da tecnologia moderna, mas o futuro será daqueles que seguem a espiritualidade, buscam a evolução do espírito," para que seja tocado pela energia do amor e da compaixão.

"As cidades dos Estados Unidos estão em dificuldades tremendas. Diga a seus familiares para sairem das grandes e pequenas cidades . O Espírito nos disse que quando você ver a ÁGUIA na cidade, é hora de ir para casa / para a natureza / junto à Mãe Terra. O Espírito também falou sobre as cidades, " Vai ser tão ruim nas cidades que a mãe não iria querer ver seu filho sobreviver nelas na época das grandes mudanças / turno . "

"Então, isso depende de onde você irá estar, quando a grande mudança ocorrer . Esta grade de energia do sistema atual será inexistente em muitas áreas, se não em todos os lugares. Se alguém tem uma fonte de energia alternativa, então suas chances de sobrevivência aumentam dramaticamente. Permanecer em estado de oração e de cerimônia do sagrado criará uma oportunidade adicional de sobrevivência. Nosso paradigma/pensamentos/emoções/conhecimento/visões, tudo vai se intensificar e aumentar. Até mesmo anatomicamente nós seremos diferentes.
"É esta parte, "diferente" é a que muitas pessoas não entendem. Este conceito desconhecido é o que as pessoas precisam ter condições evolutivas próprias para entendimento. Esse condicionamento é desenvolvido pela Espiritualidade, e não por nenhuma religião. Nós compreendemos as Religiões como doutrinas e dogmas feitos pelo homem que mudam na medida em que às idéias do homem também mudam, mas a espiritualidade e sua verdade nunca muda ao sabor das idéias dos homens, É o EU SOU A CONSCIÊNCIA.



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De FADA SAN a 28.01.2011 às 22:55

"Tem tudo a ver com o CORAÇÃO - ouça o seu coração e sinta se nele há alguma possibilidade de que ele é ressonante com essa mensagem, então, como o Espírito o orientou na última noite... "Não espere por ninguém "isso foi repetido duas vezes para ser enfatizado... haverá muito pouco tempo para os preparativos finais para o evento mais surpreendente que jamais aconteceu em todo o Universo, e desde o início do tempo. Nós estamos aqui agora e começamos a participar disso tudo! Yay! Mas, precisamos estar acordados e conscientes, e nós precisamos saber o que estamos fazendo .... Fique no Amor, mantenha sua fé e esteja sempre forte e diligente ... Ore pela nossa Mãe Terra preciosa que está em transição e que agora quer levar-nos com ela ..... com amor, Paula Corn Woman

Uma mensagem de Standing Elk (Alce em Pé): Ter, 11 de janeiro de 2011 18:44

Parentes,


. . . A Implosão do pensamento comum começou. Os pobres já numeraram os ricos. Portanto, a energia daqueles que estiveram em cadeias, aprisionados por meio da manipulação dos pensamentos, estará livre para sonhar novamente. A mente daqueles que foram manipuladas pelos outros a pensar em pensamentos que não eram seus, que não são da luz, vai estar dançando uma música nova. A revolução que vai trazer a Luz das Luzes já começou. O novo governo de Luz e para A LUZ está emitindo o comando para todos aqueles que estavam esperando o sinal, agora é tempo de acordar, o despertar da Era de Aquário ... que começa em 21 de janeiro de 2011 !!!

O dia 11-01-2011 é o início da queda de todos os falsos profetas. Todos os falsos governos sofrerão um lento declínio e já não estarão em serviço para si próprios (de egos para egos). As estruturas que não servem a luz vão todas implodir e o governo da Luz e para A LUZ vai emergir lentamente quando o fogo da Verdade for revelado.

Este é um ciclo final que a humanidade criou para si mesma. É o ritmo da vida. . . Uma nova criação emerge do final da grande ilusão e o despertar de um Mundo Novo e uma Nova Humanidade, dentro e fora começou ..
. . . O começo do fim da escuridão começou. Aqueles que estão dentro da estrutura dos que acham que vão continuar controlando a humanidade vão se tornar vítimas de seu próprio medo. A estrutura deles, das trevas, que cria medo para aqueles que estão dentro da sua criação, eles vão olhar uns para os outros com desconfiança crescente e vão iniciar a lutar entre si mesmo, por que o mal e as trevas são incapazes de criar. Eles criarão um espião para vigiar outro espião dentro de suas fileiras. O sistema entrará em colapso como todos os sistemas corruptos fazem. Eles perseguirão uns aos outros como animais que perseguem seus próprios rabos. Haverá muitos rabos para perseguir e cada cauda terá um conto. A liderança dentro deles vai se tornar sem liderança Deixe o mal para destruir o mal.
O envenenamento da Terra, do Ar, do Fogo e da Água vai parar dentro do tempo. . . A Era de Aquário é sobre a água, portanto todos os aspectos da água irão surgir. A partir do envenenamento para a limpeza, todo o conhecimento será liberado e o karma vai se tornar um amigo ou um inimigo. . . Manteremos a nossa água saudável e limpa! . . A Água é você e você é a água.


Sem imagem de perfil

De FADA SAN a 28.01.2011 às 22:56

MITAKUYE OYASIN

Sungdeska Itancan Sapa


Além disso, em ressonância com os recentes acontecimentos de mortandade de aves e peixes ao redor do planeta:

" No século passado uma mulher sábia velha da nação indígena Cree, chamada "Olhos de Fogo", teve uma visão do futuro. Ela profetizou que um dia, por causa dos homens brancos ou Yo-ne-gis a 'ganância, haveria de chegar um momento, quando a terra estivesse sendo devastada e poluída, as florestas e suas árvores sendo destruídas, os pássaros cairiam do ar mortos, as águas estariam escurecidas, os peixes sendo envenenados nos córregos e riachos, e as árvores deixariam existir, a nossa humanidade saberia que tudo, poderia deixar de existir. Haveria chegado um momento em que o "guardiões das lendas, histórias, rituais, cultura e mitos, e todos os povos tribais ancestrais e suas culturas" seriam necessários para nós restaurarmos a saúde do planeta e da humanidade, tornando a terra verde novamente. Eles, os Anciãos seriam a chave para a sobrevivência da humanidade, eles são os "Guerreiros do Arco-Íris". Haveria chegado um tempo de despertar quando todos os povos de todas as tribos formariam um Novo Mundo de Justiça, Paz, Liberdade e reconhecimento do Grande Espírito... "

- Profecia Cree

Então, o que significa tudo isto? Perguntei a Standing Elk como muitos de seu povo iriam prestar atenção a essas mensagens. Ele respondeu:

"Peter, temos mais de 4.000 pessoas em nossa tribo. Muitos seguem as igrejas e as suas formas religiosas. Nós temos um grupo que nasceu para estar em contato com o Espírito e com a Mãe Terra. Sabem o songfsa e as cerimônias que têm existido por mais de 16.000 anos, desde antes do dilúvio. estou assumindo que cerca de 1.000 sabem, mas as minhas hipóteses são de que 1 / 4 (250) atuarão e agirão de acôrdo com o aviso da ÁGUIA do Espírito.


MITAKUYE OYASIN

Sungdeska Itancan Sapa



No serviço, Peter
www.4truthseekers.org
16 de janeiro de 2011

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De Nilson Barcelli a 29.01.2011 às 22:56

Cheguei agora da rua e lá fora estão 3ºC.
Se tivesses falado do aquecimento global eu iria maltratar-te... rs... que frio...
Claro que o mundo vai acabar. Acaba todos os dias para as milhares de pessoas que morrem e, um dia, vai acabar para todos ao mesmo tempo.
Minha querida amiga, os teus posts continuam enormes. Não tens emenda mesmo... a tua sorte é que vale sempre a pena ler até ao fim...
Um bom fim de semana.
Beijos.
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De O Arabe a 31.01.2011 às 20:18

Excelente post, Keila! Pessoalmente, não acredito nas profecias aziagas relacionadas a 2012. Mas que estamos caminhando rumo a um fim produzido por nossas próprias mãos, disto não tenho a menor dúvida! :( Boa semana, amiga.
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De aluisio cavalcante jr a 31.01.2011 às 22:57

Querida amiga

Penso que embora haja um pouco
de sensacionalismo nas diversas reportagens
que surgem a cada dia,
há algo concreto:
a falta de cuidado com a vida
em todas as suas formas.
Acho que o nosso desamor
com a vida,
tem se voltado contra nós.
Consumimos,
destruímos,
poluímos,
extinguimos,
mas parece que o modelo irracional
de vida,
não altera as nossas posturas de vida.

Muito bom o texto.
Para ser lido e relido.

A música ao fundo é linda.
Quem é o artista?

Que as cores da alegria
estejam sempre em tua vida.
Sem imagem de perfil

De Angel Cabeza a 02.02.2011 às 00:07

Passado o ano, cara nova para uma alma antiga.

Poemas do livro inédito "As coisas são as coisas"

Para gritar, comentar, discutir, concordar ou renunciar, VISITE www.angelcabezza.blogspot.com

Angel Cabeza

Facebook: angel cabeza
Twitter: www.twitter.com/angelcabeza
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De Manuel Rosa a 02.02.2011 às 01:01

Gostei do conteúdo do blogue.

Se quiser, visita: palavras-incompletas.blogspot.com

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