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A NOVA ECONOMIA PSÍQUICA

por Keila, a Loba, em 22.01.06
Agradeço aqui à Estrela Cris pelo destaque no seu blog, e ostento o selinho para delírio dos Lobos e Lobas de plantão. Obrigada, Cris!







Correntes.bmp



“Na era do prazer, os indivíduos nunca pensaram tão pouco como hoje”


CHARLES MELMAN, psicanalista e discípulo da Lacan, em entrevista à repórter Celina Côrtes, Revista Isto É.

O psicanalista austríaco Sigmund Freud (1856-1939) e o francês Jacques Lacan (1901-1980) provocaram uma revolução ao desvendar com mais profundidade o funcionamento da mente. Embora suas teorias continuem vigorando, o homem que eles analisaram tem diferenças fundamentais em relação ao cidadão do século XXI. Com o cuidado de não minimizar o conhecimento de seus antecessores, o psicanalista francês Charles Melman, 73 anos, está causando uma nova revolução na psicanálise com o livro O homem sem gravidade, gozar a qualquer preço (Ed. Companhia de Freud). Melman faz um retrato de corpo inteiro do novo homem, que põe o prazer à frente do saber e prioriza a estética em detrimento da ética.

“O excesso se tornou norma”, diagnostica, com sua voz calma e pausada, à beira da piscina do Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Melman esteve na cidade participando de um seminário sobre os laços conjugais na modernidade. O evento, com o título Será que podemos dizer, com Lacan, que a mulher é sintoma do homem?, foi promovido pela associação psicanalítica Tempo Freudiano.

Apesar de ser um dos profissionais mais badalados do momento na psicanálise, seu tom nada tem de arrogante. Melman foi um dos principais colaboradores de Lacan, que o escolheu para dirigir a Escola Freudiana de Paris. Ele fundou a Associação Freudiana Internacional, que mais tarde passou a se chamar Associação Lacaniana Internacional. O psicanalista evita injetar julgamento nas conclusões alinhavadas em seu livro. São constatações sobre a vida moderna, na qual ele vê aspectos positivos, entre os quais a “formidável liberdade”, e negativos, como o processo de substituição das neuroses pela depressão.

O que ele batiza como “nova economia psíquica” teria, entre outras coisas, transformado o sexo em uma mercadoria como outra qualquer. Até a morte perde sua sacralidade, segundo Melman. Para ele, a exposição sobre arte anatômica – que está correndo o mundo desde 1997 e exibindo cadáveres plastificados e suas entranhas – seria um forte indício dessa tendência. “A questão atual é exibir. Exibir as tripas, o interior das tripas, o interior do interior”, analisa.

ISTOÉ – O que é a Nova Economia Psíquica?
Charles Melman – Hoje a saúde mental já não se origina mais da harmonia
com o ideal de cada um, mas do objeto que possa trazer satisfação. Não há
limites. Há uma nova forma de pensar, de julgar, de comer, de transar, de se casar ou não, de viver a família, a pátria e os ideais. Essa nova economia psíquica é organizada pela exibição de prazer e implica em novos deveres, dificuldades e sofrimentos. A partir do momento em que há no sujeito um tipo de desejo, ele se torna legítimo, e é legítimo esse indivíduo encontrar sua satisfação. A posição ética tradicional, metafísica, política, que permitia às pessoas orientar seu pensamento, está em falta. O excesso se tornou a norma.

ISTOÉ – Quais são os aspectos positivos e negativos disso?
Melman – Cada um pode satisfazer publicamente suas paixões contando
com o reconhecimento social, incluindo as mudanças de sexo. Há uma
formidável liberdade, mas ela é estéril para o pensamento. Nunca se pensou
tão pouco. O trabalho do pensamento é comandado por aquilo que produz
obstáculo. Mas nada mais representa obstáculo, não sabemos o que há para pensar. O sujeito não é mais dividido, não se interroga sobre sua própria existência. Como faltam referências, o indivíduo se vê exposto, frágil e deprimido, necessitando sempre da confirmação externa. Assim, o eu pode se ver murcho, em queda livre, gerando uma frequência de estados depressivos diversos.

ISTOÉ – Como o sr. descreveria o indivíduo nessa economia psíquica?
Melman – A imprensa e a mídia substituíram as fontes de sabedoria de outrora.
Daí resulta um indivíduo manipulável e manipulado. Suas escolhas, opções e comportamento de consumidor é que organizam seu mundo. É uma forma de identificação que, me parece, não foi observada por Freud nem por Lacan.

ISTOÉ – De que forma se dá o rompimento do modelo gerador de neuroses desvendado por Freud – no qual a relação com o mundo é marcada pela ausência do objeto querido – e que consequências tem esse rompimento?
Melman – Com o desaparecimento do limite, não há mais o sujeito do inconsciente de Freud, que se expressava por seus sonhos, lapsos e atos falhos. Se houve uma descoberta feita por Freud é a de que nossa relação com o mundo não se dá por intermédio de um objeto, mas pela falta dele. No complexo de Édipo o objeto em falta é a própria mãe. A pessoa precisava passar por essa perda para estabelecer suas identificações sexuais. Hoje, para se ter acesso à satisfação não é mais preciso passar pela perda, que era uma fonte de neuroses. Do conjunto de pessoas que se consultam nos serviços hospitalares, 15% são casos de depressão. Há, portanto, a emergência de um novo sintoma, a depressão, no lugar das neuroses de defesa.

ISTOÉ – O prazer sexual estaria se banalizando?
Melman – O sexo realmente se banalizou. É encarado como uma necessidade, já que caiu por terra o limite que o tornava sagrado. Quando se fala em liberação sexual, não se fala mais no desejo. O homem contemporâneo trata o desejo sexual, de certa forma, como simples atividade corporal. A nova economia psíquica faz do sexo uma mercadoria entre outras.

ISTOÉ – De que forma a exposição sobre arte anatômica, apresentada desde 1997 e ainda correndo o mundo, influenciou suas idéias?
Melman – Com essa exposição a morte deixou de ser sagrada. Passou a ser mais um bem de consumo. Os cadáveres, protegidos da putrefação por modernas técnicas, viram corpos plastificados expostos à visão. Algumas vezes com o interior do cérebro, do sistema digestivo e até um feto dentro do útero à mostra. Milhares de pessoas estão fazendo filas nos museus para ver a exposição. Estamos ultrapassando os limites. Até então, uma das características da espécie humana era destinar seus mortos à sepultura, com o respeito que costuma cercar a morte. A questão atual é exibir. Exibir as tripas, o interior das tripas, o interior do interior.

ISTOÉ – Então não há mais nada que choque as pessoas?
Melman – Há sim, a pedofilia. Mas, de qualquer forma, os programas de televisão e a imprensa mostram os casos mais escabrosos em detalhes e todos se interessam por esse tipo de noticiário, como se fossem os fatos da atualidade. As jovens que foram violadas acabam sendo exibidas como mais um objeto.

ISTOÉ – Por que a figura paterna foi esvaziada, assim como o lugar da
autoridade de uma maneira em geral?
Melman – O problema do pai, hoje, é que não há mais autoridade, ou a função de referência. Sua figura se tornou anacrônica. Nas famílias, o pai e a mãe passam a ter as mesmas atribuições, o que dificulta a identificação dos filhos com a figura masculina e com a feminina.

ISTOÉ – Por que o sr. diz que a vida política está desértica?
Melman – Os jovens sempre foram revoltados com a injustiça social. Hoje, no entanto, eles só têm uma vontade: participar da vida social. Eles não protestam contra as injustiças. Querem apenas encontrar um meio de gozar logo os prazeres da vida social. Por outro lado, muitos cidadãos podem constatar que falta potência ao poder político diante das forças econômicas, verdadeiras “mestres” da situação. Então por que se engajar na vida política se ela é impotente para corrigir as desigualdades e dificuldades da vida social? Hoje, acabaram as ideologias, as palavras de ordem e até mesmo as utopias. Os indivíduos preferem eleger pessoas que souberam gerir bem seus negócios. Não há mais confiança nos políticos.

ISTOÉ – Por que tanta desconfiança?
Melman – Porque nessa sociedade permissiva todas as figuras de autoridade parecem abusivas, é como se não ocupassem mais o seu lugar. É a mesma coisa com o pai na família.

ISTOÉ – Quais são as características desse homem “sem gravidade”?
Melman – Faltam ao homem de hoje qualidades que lhe seriam singulares. Temos mais a impressão de uma generalização dos traços que se tornaram comuns a todos os cidadãos. É como se eles tivessem mais ou menos as mesmas qualidades e defeitos.

ISTOÉ – Isso pode ser um dos resultados da globalização?
Melman – Sim. Fui há alguns dias ao Chile, no deserto de São Pedro de Atacama. Lá há um oásis com três a quatro mil pessoas, a maioria de jovens originados do povo inca, que habitava a região. Pelo que se interessam esses jovens de origem indígena, no fundo do deserto? Pelos mesmos objetos de consumo oferecidos em Xangai, no Rio de Janeiro e em Paris. O que vale sua cultura de origem em relação a esse culto de objetos? Nada.

ISTOÉ – Como a estética está ocupando o lugar da ética?
Melman – O número de jovens que querem fazer teatro é inacreditável, mesmo
os que já têm diplomas profissionais importantes. Por quê? A única maneira
hoje de ser aceito pelos outros é estar em cena, captar os olhares, agradar, ser sedutor, ou seja, a imagem de cada um é que se tornou decisiva para ser aceita e, eventualmente, para ganhar dinheiro. Esses progressos da estética são um ponto positivo da nossa cultura. Por que não? É agradável ver jovens esteticamente cuidados. Mas se torna um problema quando é o principal meio que eles têm para serem admitidos e reconhecidos.

ISTOÉ – O sr. diz que a corrida à juventude perpétua gera um sentimento de desamparo, de falta de referências, ansiedade e cansaço. Pode explicar melhor?
Melman – Nossa nova economia psíquica é muito jovem. As gerações precedentes estão desorientadas pelos novos problemas. Ser jovem é dar testemunho de
que se participa dessa nova moral e inteligência. Mas, em geral, é bastante
difícil se manter nessa posição. Há, portanto, ansiedade no indivíduo pelo medo de não ser mais reconhecido e apreciado. Antigamente as pessoas idosas eram respeitadas por sua sabedoria. Hoje, são rejeitadas pela velhice dos valores morais, que já não interessam.

ISTOÉ – Quais as influências da publicidade sobre esse novo indivíduo?
Melman – Os publicitários são muito inteligentes. Precisam transformar
o objeto de necessidade em objeto de desejo. Sabem que podemos nos desinteressar do objeto de necessidade rapidamente, mas o desejo é
permanente. Quer dizer, quando a publicidade quer vender um iogurte é
preciso apresentá-lo como um produto estranho, enigmático. A publicidade
tem um papel pedagógico, que vai no sentido da liberalização dos costumes.
E as crianças são muito sensíveis às suas mensagens.

ISTOÉ – O sr. diz que a mídia também tem um papel importante nesse contexto.
Melman – Considerável. Como não temos mais grandes textos de referência, a mídia se tornou nosso meio para pensar. Ainda assim, a parte informativa dos jornais diminuiu muito em relação às simples notícias da atualidade. Só interessa ao leitor o que o toca, diretamente ou por ligação afetiva.

ISTOÉ – A nova psique, segundo o sr. diz, está criando também um novo fenômeno linguístico. Estaria surgindo uma nova língua?
Melman – Os jovens se comunicam por torpedos (mensagens eletrônicas via celular) com uma nova escrita, que tende ao desaparecimento das vogais. O privilégio é das consoantes, com uma ortografia completamente livre, fundada na idéia de que o receptor é incapaz de decifrar minha escrita. É uma escrita que inventa cada frase em particular. Acredito que teremos em breve romances escritos com essa nova linguagem. Os efeitos disso ainda não são previsíveis, mas trata-se de um processo divertido e interessante.



http://www.terra.com.br/istoe/1824/1824_vermelhas_02.htm


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publicado às 23:30


36 comentários

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De Andressa a 29.01.2006 às 10:02

Só existe sensacionalismo e apelação.
O sexo, visto apenas como uma "necessidade" e o amor, onde entra o amor nisso tudo?
Se os humanos fossem de plástico, seria até aceitável toda essa banalização de sentimentos, todo esse culto à desgraça, essa falta de respeito com os mortos, etc etc
Mas o pior é q o fato de sermos de carne e osso nos torna ainda + monstros e mais frios, quase congelando e o coração pode ser até utilizado na operação tapa buracos. Uma pedra do lado esquerdo q parece q n bate mais. "Mãos" q não concedem ajuda, apertam o gatilho. "Olhos" q n enxergam, permanecem fechados e a boca q só serve p/ engolir isso tudo, sem gritar, ou manisfestar qualquer outro tipo de reação.
Ligue a tv, assista a tv, engula a tv, e fique ligado na miséria alheia, e chore apenas qndo for a sua miséria.
Cantar: "viver e n ter a vergonha de ser feliz" é quase uma piada.
A humanidade caminha cavando a sua cova, uns dormem, outros ainda se debatem, mas no fim das contas vão todos p/ o mesmo lugar.
N queria pertencer a um mundo assim. Tentar mudar, fazer minha parte p/ tentar pelo menos fazer o bem a alguém e ficar bem comigo;
Sabe Loba, me sinto feliz por não "engolir" certos tipos de coisa, viajei um pouco nesse comentário, mas só expressei q o estou sentindo.
Adorei sua iniciativa de colocar esse texto aqui.
Bom, eu ainda prefiro pensar...
No comentário do texto anterior eu escrevi o nm da mus errado, coloquei "paz e filhos" no lugar de pais e filhos" uahauahaauah q doida! esqueci de consertar.
bjs:*
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De Andressa a 29.01.2006 às 10:00

Só existe sensacionalismo e apelação.
O sexo, visto apenas como uma "necessidade" e o amor, onde entra o amor nisso tudo?
Se os humanos fossem de plástico, seria até aceitável toda essa banalização de sentimentos, todo esse culto à desgraça, essa falta de respeito com os mortos, etc etc
Mas o pior é q o fato de sermos de carne e osso nos torna ainda + monstros e mais frios, quase congelando e o coração pode ser até utilizado na operação tapa buracos. Uma pedra do lado esquerdo q parece q n bate mais. "Mãos" q não concedem ajuda, apertam o gatilho. "Olhos" q n enxergam, permanecem fechados e a boca q só serve p/ engolir isso tudo, sem gritar, ou manifestar qualquer outro tipo de reação.
Ligue a tv, assista a tv, engula a tv, e fique ligado na miséria alheia, e chore apenas qndo for a sua miséria.
Cantar: "viver e n ter a vergonha de ser feliz" é quase uma piada.
A humanidade caminha cavando a sua cova, uns dormem, outros ainda se debatem, mas no fim das contas vão todos p/ o mesmo lugar.
N queria pertencer a um mundo assim. Tentar mudar, fazer minha parte p/ tentar pelo menos fazer o bem a alguém e ficar bem comigo;
Sabe Loba, me sinto feliz por não "engolir" certos tipos de coisa, viajei um pouco nesse comentário, mas só expressei q o estou sentindo.
Adorei sua iniciativa de colocar esse texto aqui.
Bom, eu ainda prefiro pensar...
No comentário do texto anterior eu escrevi o nm da mus errado, coloquei "paz e filhos" no lugar de pais e filhos" uahauahaauah q doida! esqueci de consertar.
bjs:*
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De Rosimeire a 29.01.2006 às 02:01

Olá, os amigos fazem parte de nós, parte esta muito importante.. são carinho e muito amor... sendo assim, quis passar a vc o meu carinho... bjs doces no seu coração e um ótimo final de semana.... amiga, escrevi um monte e perdi.. rsrss, bem, vou tentar de novo... gostei da entrevista do psi Melman, concordo quando ele diz sobre a esterilidade do pensamento, hoje quem pensa por nós são os meios de comunicação que nos impõe modelos, onde ser diferente é ser anormal, deprimindo e fazendo com que a maioria diferente sinta-se alienada.. bjs...
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De Rosimeire a 29.01.2006 às 01:55

Olá, os amigos fazem parte de nós, parte esta muito importante.. são carinho e muito amor... sendo assim, quis passar a vc o meu carinho... bjs doces no seu coração e um ótimo final de semana.... Keila, gostei de ler esta entrevista com o Melman, concordo quando ele diz que a liberdade é estéril para o pensamento, realmente a pessoa não pensa mais por si só, os meios de comunicação pensam por ela, impões modelos e nos faz acreditar que diferente daquele visto é anormal e feio.. degradando e deprimindo a sua maioria que é diferente...
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De Rosimeire a 29.01.2006 às 01:55

Olá, os amigos fazem parte de nós, parte esta muito importante.. são carinho e muito amor... sendo assim, quis passar a vc o meu carinho... bjs doces no seu coração e um ótimo final de semana.... Keila, gostei de ler esta entrevista com o Melman, concordo quando ele diz que a liberdade é estéril para o pensamento, realmente a pessoa não pensa mais por si só, os meios de comunicação pensam por ela, impões modelos e nos faz acreditar que diferente daquele visto é anormal e feio.. degradando e deprimindo a sua maioria que é diferente...
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De Cantinho_da_felicidade a 28.01.2006 às 18:50

Oi Loba, tudo bem? Obrigado pela visita carinhosa no meu blog, seja sempre bem-vinda. Adorei ler o disparate emocional e conhecer um pouco sobre vc. E que vc continue "revivendo" muitas pessoas que se perderam no caminho da vida, sejam por perdas, tristezas, doenças... e dando alívio e esperança para elas. Todos nós precisamos de uma mão amiga, principalmente quando estamos frágeis emocionalmente ou fisicamente. Que Deus possa te ajudar na sua caminhada e trabalho. Tenho certeza que vc faz o melhor que pode, não deixe se abater pela depressão. Se cuida. Tenha uma excelente semana. Fique com Deus. Beijão no coração
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De Lucia Mi a 28.01.2006 às 03:23

Confesso que lí tudinho. Depois partí para ler os comentários, eles são feras mesmo...rs, fiquei sem ter o que dizer.Muito bom mesmo o texto e os comentários.
Um abraço minha querida lobinha linda e agradecida sempre pelas belas palavras deixadas em meu cantinho.
Excelente final de semana.
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De Kyaya a 27.01.2006 às 23:07

Oi Loba! :)
A Psicanálise é algo que me fascina! E Sigmound Freud é o meu ídolo!!! :D
Mas eu gostei também do pensamento do Melman. Os valores estão completamente invertidos, aliás, o mundo parece estar de pernas para o ar e a cabeça afundada na terra... :/
Torço para que as coisas se invertam e voltem para os seus devidos lugares, viu? ;)
Beijos :*******************
Kyaya°.
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De Estrela Cris a 26.01.2006 às 22:23

Olá amiga,

vc pode colocar seu destaque onde vc quiser, amiga! É seu!! =o)
Beijocas no seu lindo coração! Obrigada pela linda visita!
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De kaldinhas a 25.01.2006 às 20:44

Excelente post.Podemos encontrar aí alguns aspectos que quanto a mim são acertados,mas outros nem tanto.Acho que acima de tudo cada um de nós tem a sua própria maneira de ser, a sua própria maneira de viver,por isso a sua própria personalidade,a sua própria psicologia.No fundo,quase todas podem estar certas.
Beijocas minha Loba linda

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